Brasil firma acordo com China para desenvolver IA no setor público

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Brasil firma acordo com China para desenvolver IA no setor público

📸 Créditos da imagem: Divulgação/Serpro

Tudo sobre China ver mais Tudo sobre Inteligência Artificial ver mais O Governo Federal formalizou, na sexta-feira (10), um acordo de cooperação em inteligência artificial (IA) envolvendo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e a empresa chinesa iFlytek. A iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento de capacidades nacionais voltadas ao funcionamento do Estado, com foco em tecnologias sob controle público. A parceria dá continuidade à cooperação tecnológica entre Brasil e China e posiciona a IA como parte das infraestruturas consideradas críticas para a operação estatal. Durante a assinatura, o ministro interino do MCTI, Luis Fernandes, destacou o contexto global de transformação tecnológica. “Este protocolo se insere na cooperação estratégica entre Brasil e China em ciência e tecnologia. Estamos diante de uma revolução baseada em inteligência artificial, e os países que não desenvolverem capacidade própria ficarão dependentes de tecnologias externas, em um contexto em que o acesso pode ser limitado”, afirmou. Segundo o ministro, a iniciativa prevê o desenvolvimento conjunto de tecnologias e a transferência de conhecimento para o Brasil, com impactos relacionados à soberania digital. O que diz o acordo de IA entre Brasil e China O acordo estabelece diretrizes para cooperação em pesquisa, desenvolvimento e formação de capacidades em IA; Entre os focos estão a criação de modelos de linguagem adaptados ao português brasileiro, sistemas de tradução e acessibilidade, aplicações em cibersegurança e o desenvolvimento de soluções voltadas à infraestrutura de IA no país; A Casa Civil participou da articulação entre os órgãos envolvidos e da integração da iniciativa com outras agendas estratégicas do governo; O secretário-adjunto de Desenvolvimento Produtivo e Inovação, Rodrigo Rodrigues da Fonseca, afirmou que a parceria resulta de esforços conjuntos entre os dois países; “Essa parceria resulta de um esforço coordenado de construção de sinergias entre os processos de desenvolvimento do Brasil e da China.

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