📸 Créditos da imagem: Unsplash
Por John Revill
ZURIQUE, 13 Mai (Reuters) – As encomendas feitas à Siemens aumentaram mais do que o esperado nos primeiros três meses do ano, embora a receita e o lucro tenham ficado aquém das previsões e a guerra no Oriente Médio tenha criado o que o presidente-executivo do grupo alemão chamou de ‘ambiente geopolítico muito tenso’.
Encomendas aumentam 11%
Os pedidos, uma métrica de desempenho futuro para uma das maiores empresas de engenharia da Alemanha, aumentaram 11% no período de janeiro a março, impulsionados por forte demanda, especialmente dos Estados Unidos, bem como de centros de processamento de dados, serviços de energia e fabricantes de produtos militares.
Presidente-executivo da Siemens
O presidente-executivo da Siemens, Roland Busch, disse a jornalistas que o ‘comportamento de compra dos clientes’ ainda não tinha sido visivelmente afetado pela interrupção causada pela guerra no Oriente Médio, que começou no final de fevereiro.
Impacto da guerra
Ele disse que a Siemens está monitorando os acontecimentos e o possível impacto sobre inflação, cadeias de suprimentos e a confiança dos consumidores.
Vendas e lucro
Siemens disse que as vendas durante o segundo trimestre fiscal ficaram estáveis em 19,76 bilhões de euros, abaixo das previsões de 20,14 bilhões em um consenso de analistas reunido pela empresa.
Lucro líquido
O lucro líquido caiu para 2,24 bilhões de euros ante estimativa média do mercado de 2,13 bilhões.
Carteira de pedidos
A empresa disse que sua carteira de pedidos atingiu um recorde de 124 bilhões de euros, impulsionada por seus três principais negócios: automação de fábricas, infraestrutura de construção e mobilidade.
Previsão de crescimento
A empresa disse que ainda espera um crescimento comparável da receita na faixa de 6% a 8% e que receberá mais pedidos do que entregará, com um índice book-to-bill acima de 1 para o ano fiscal de 2026.
📰 Leia a notícia completa em: UOL »