📸 Créditos da imagem: Nelson Antoine/Shutterstock
Sistema Operacional
A urna eletrônica utiliza o UEnux, um sistema baseado em Linux desenvolvido exclusivamente para o Tribunal Superior Eleitoral. Ele executa apenas as aplicações necessárias à votação, sem terminal de comandos nem conexão à internet, reduzindo vulnerabilidades.
Proteção Física
Componentes como teclado, leitor biométrico e impressora térmica contam com chips criptográficos que garantem a autenticidade das peças. O Módulo de Segurança Embarcado (MSE) funciona como um cofre de chaves, assinando digitalmente registros eleitorais.
Auditoria e Lacração
Antes de chegar às seções, o código-fonte é inspecionado por instituições externas. Em seguida, ocorre a Cerimônia de Assinatura Digital, onde os programas recebem assinaturas oficiais e são armazenados em mídia protegida. A urna verifica essas assinaturas ao ligar, bloqueando a execução se houver divergência.
Transmissão dos Votos
Durante a votação, a urna permanece offline. Ao final, gera o Boletim de Urna (BU) em formato impresso e digital, assinado digitalmente. Os dados são enviados por rede privada, podendo usar satélite ou fibra, para a Justiça Eleitoral. O Registro Digital do Voto embaralha os votos, preservando o sigilo individual.
Essas camadas de segurança – auditoria, verificação de software, componentes autenticados e transmissão segura – garantem a integridade e a confiança no processo eleitoral.
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