📸 Créditos da imagem: stephan/Flickr
Operação no Texas
O FBI realizou buscas em mais de 40 residências entre 21 e 25 de setembro, apreendendo cerca de 187 dispositivos que funcionavam como “fazendas de notebooks” para trabalhadores norte-coreanos.
Como funcionam as fazendas de notebooks
Os facilitadores nos EUA recebem os computadores, os conectam à internet e instalam softwares de acesso remoto. Operadores em outros países controlam o teclado, tela e mouse como se estivessem nos EUA, mascarando a localização real.
Impacto nas empresas
Empresas de segurança, de tecnologia e de outros setores foram alvo. Um caso envolveu um funcionário fictício com identidade roubada e foto gerada por IA. A Amazon detectou um atraso na digitação que indicou controle remoto.
Reação das autoridades
O Departamento de Justiça anunciou acusações contra 14 pessoas e prisão de dois americanos. A ação também afetou mais de 70 empresas entre 2019 e 2025, gerando cerca de US$ 3 milhões que teriam sido enviados a entidades norte-coreanas.
- Mais de 40 endereços investigados
- 187 dispositivos apreendidos
- Esquema financiou o regime norte-coreano
- Sanções internacionais contornadas
O FBI interrompeu a rede no Texas sem esperar acusações formais, alertando que continuarem a colaborar com fraudes pode levar a punições criminais.
Esta operação destaca a crescente ameaça de fraudes digitais que utilizam identidades falsas para obter empregos remotos em empresas americanas.
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