Nintendo aposta na nostalgia com remake de "The Legend of Zelda: Ocarina of Time"

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Nintendo aposta na nostalgia com remake de "The Legend of Zelda: Ocarina of Time"

📸 Créditos da imagem: reprodução / Folha de Pernambuco

A gigante japonesa Nintendo promete emoção e nostalgia para os fãs de Zelda com um ambicioso remake de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”, um dos jogos mais bem-sucedidos de sua história, à venda em 5 de novembro. Algumas semanas antes do lançamento, a AFP testou o jogo na sede europeia da Nintendo em Frankfurt, na Alemanha, junto com cerca de 20 jornalistas e influenciadores. Por que a Nintendo desenvolveu este remake?

Lançado em 1998 para o console Nintendo 64, “The Legend of Zelda: Ocarina of Time” é o quinto título desta saga criada em 1986 por Shigeru Miyamoto, também criador de Mario. A série conta atualmente com cerca de vinte jogos. Como a maioria dos episódios, narra as aventuras do jovem Link, que enfrenta o senhor do mal Ganondorf para libertar a princesa Zelda.

A singularidade desta obra está em sua narrativa complexa, que alterna entre duas épocas: a infância de Link e, depois, sua vida adulta. ar incidentes graves com IA Com sua poesia e melancolia, “Ocarina of Time” costuma figurar entre os melhores jogos eletrônicos da história. O título já havia recebido uma primeira versão em 2011 para o console portátil Nintendo 3DS.

Este remake “é como se colocar diante de uma página da história e poder lê-la nas melhores condições possíveis”, ressalta Paul de Barbeyrac, jornalista especializado em videogames. O lançamento se inscreve no contexto do 40º aniversário da saga, que também incluirá uma série de concertos em todo o mundo e a estreia de um filme live-action, no fim de abril de 2027. Quais são as novidades?

A mudança mais chamativa é visual: o jogo tem gráficos cheios de cor e detalhes que funcionam muito bem com o poderoso Switch 2, o console mais recente da Nintendo. Embora o estilo gráfico tenha dividido os fãs quando o título foi anunciado, já que alguns jogadores lamentavam o visual perfeito demais, “quanto mais se joga, mais se valoriza todo o trabalho que foi feito nas texturas, nos jogos de luzes”, ressalta De Barbeyrac. O título melhorou em termos de jogabilidade: agora é possível posicionar livremente a câmera que acompanha o personagem, e ele pode pular apenas apertando um botão.

Os personagens têm dublagem em algumas cenas e a música, elemento central do original, foi reorquestrada. Mas “em termos da estrutura do jogo, não tenho a impressão de que haja muitas mudanças”, diz o especialista. Para qual público?

Com esta nova versão, a Nintendo visa, sobretudo, os fãs do título original, do qual foram vendidos milhões de exemplares. “Para muitos, é o jogo da infância”, constata Etienne Masson, do site especializado Nintendo-Town. Para Paul de Barbeyrac, trata-se de “um jogo de transmissão” para ser compartilhado com os filhos, e no qual os mais velhos sentirão “nostalgia” e os mais jovens, “deslumbramento”.

O especialista da Kantan Games Serkan Toto considera que o título será um sucesso para a Nintendo, e muitos jovens que não conheceram o original “vão achar que estão jogando um título totalmente novo”. A Nintendo consegue “preservar seu atrativo original e, ao mesmo tempo, torná-los muito mais acessíveis ao grande público”, disse Toto, ressaltando um estilo único da empresa. em 5 de novembro.

Algumas semanas antes do lançamento, a AFP testou o jogo na sede europeia da Nintendo em Frankfurt, na Alemanha, junto com cerca de 20 jornalistas e influenciadores. Por que a Nintendo desenvolveu este remake? Lançado em 1998 para o console Nintendo 64, “The Legend of Zelda: Ocarina of Time” é o quinto título desta saga criada em 1986 por Shigeru Miyamoto, também criador de Mario.

A série conta atualmente com cerca de vinte jogos. Como a maioria dos episódios, narra as aventuras do jovem Link, que enfrenta o senhor do mal Ganondorf para libertar a princesa Zelda. A singularidade desta obra está em sua narrativa complexa, que alterna entre duas épocas: a infância de Link e, depois, sua vida adulta.

ar incidentes graves com IA Com sua poesia e melancolia, “Ocarina of Time” costuma figurar entre os melhores jogos eletrônicos da história. O título já havia recebido uma primeira versão em 2011 para o console portátil Nintendo 3DS. Este remake “é como se colocar diante de uma página da história e poder lê-la nas melhores condições possíveis”, ressalta Paul de Barbeyrac, jornalista especializado em videogames.

O lançamento se inscreve no contexto do 40º aniversário da saga, que também incluirá uma série de concertos em todo o mundo e a estreia de um filme live-action, no fim de abril de 2027. Quais são as novidades? A mudança mais chamativa é visual: o jogo tem gráficos cheios de cor e detalhes que funcionam muito bem com o poderoso Switch 2, o console mais recente da Nintendo.

Embora o estilo gráfico tenha dividido os fãs quando o título foi anunciado, já que alguns jogadores lamentavam o visual perfeito demais, “quanto mais se joga, mais se valoriza todo o trabalho que foi feito nas texturas, nos jogos de luzes”, ressalta De Barbeyrac. O título melhorou em termos de jogabilidade: agora é possível posicionar livremente a câmera que acompanha o personagem, e ele pode pular apenas apertando um botão. Os personagens têm dublagem em algumas cenas e a música, elemento central do original, foi reorquestrada.

Mas “em termos da estrutura do jogo, não tenho a impressão de que haja muitas mudanças”, diz o especialista. Para qual público? Com esta nova versão, a Nintendo visa, sobretudo, os fãs do título original, do qual foram vendidos milhões de exemplares.

“Para muitos, é o jogo da infância”, constata Etienne Masson, do site especializado Nintendo-Town. Para Paul de Barbeyrac, trata-se de “um jogo de transmissão” para ser compartilhado com os filhos, e no qual os mais velhos sentirão “nostalgia” e os mais jovens, “deslumbramento”. O especialista da Kantan Games Serkan Toto considera que o título será um sucesso para a Nintendo, e muitos jovens que não conheceram o original “vão achar que estão jogando um título totalmente novo”.

A Nintendo consegue “preservar seu atrativo original e, ao mesmo tempo, torná-los muito mais acessíveis ao grande público”, disse Toto, ressaltando um estilo único da empresa.

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