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Por que desligaram acelerador de partículas do Cern?
O anúncio de que o LHC (Grande Colisor de Hádrons), o acelerador de partículas da Organização Europeia para a Investigação Nuclear (Cern), ficará desligado até 2030 para uma atualização técnica virou combustível para teorias da conspiração.
Por que o acelerador foi desligado?
A interrupção faz parte de um plano antigo. O desligamento do acelerador, que ocorreu no dia 29 de junho, integra um cronograma conhecido como LS3 (Long Shutdown 3), previsto há anos pelos cientistas.
O objetivo é modernizar a infraestrutura do LHC para que ele volte a operar, em 2030, com capacidade muito maior de realizar colisões entre partículas.
Desligamento virou combustível para teorias
Principal narrativa envolve supostas mudanças na realidade. Uma das teorias mais compartilhadas afirma que o Cern teria alterado a linha do tempo ou criado um universo paralelo durante experimentos anteriores.
Segundo essa versão, o desligamento poderia ‘reverter’ essas alterações ou preparar uma nova mudança quando o acelerador voltar a funcionar em 2030.
O que dizem os cientistas
Não existe evidência para nenhuma dessas teorias. Especialistas explicam que o LHC acelera partículas a velocidades próximas à da luz para estudar a estrutura fundamental da matéria e compreender melhor as leis da física.
Os experimentos são acompanhados por milhares de pesquisadores de diferentes países e têm seus resultados publicados e revisados pela comunidade científica.
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