📸 Créditos da imagem: Techa Tungateja/iStock
Uma pesquisa recente descobriu que as pessoas tendem a confiar mais em imagens de rostos criadas por inteligência artificial (IA) do que em rostos humanos reais.
Como foi feita a pesquisa?
Os pesquisadores apresentaram a 169 participantes uma coleção de 96 rostos, incluindo rostos reais e sintetizados por IA, e pediram que eles indicassem se cada rosto era real ou sintetizado.
A precisão média dos participantes foi de apenas 58,4%, o que é ligeiramente melhor do que uma resposta ao acaso.
Quais foram os resultados?
Os rostos gerados pelo modelo mais recente de difusão de IA (DM) foram avaliados como menos realistas do que os rostos produzidos por um modelo de IA anterior (GAN).
No entanto, os rostos DM foram considerados mais confiáveis do que os rostos reais e os rostos GAN.
Por que isso acontece?
Os pesquisadores sugerem que os julgamentos de realismo e confiabilidade podem ser impulsionados por dois mecanismos psicológicos diferentes.
Essa descoberta é preocupante, pois pode contribuir para uma erosão geral da confiança na sociedade.
O que isso significa?
A democratização da IA generativa pode trazer riscos significativos, incluindo a disseminação de desinformação, fraude financeira e de identidade, e catfishing.
É fundamental compreender a ameaça que essa tecnologia traz e desenvolver estratégias para mitigar potenciais danos.
Quais são as implicações?
A pesquisa destaca a importância de informar o público sobre a facilidade de criar imagens de IA e os possíveis usos indevidos.
Além disso, é fundamental desenvolver estratégias para detectar e prevenir a disseminação de imagens de IA falsas.
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