📸 Créditos da imagem: reprodução / MacMagazine
Um dos lançamentos mais aguardados da Apple, o suposto “iPhone 18 Pro”, foi flagrado pela primeira vez de uma maneira bastante inusitada: em um vídeo de teste de queda. Este vazamento, que tem gerado grande repercussão no universo da tecnologia, é mais um desdobramento da recente violação de dados sofrida pela Tata Electronics, a fornecedora indiana da gigante de Cupertino.
O vídeo, que circulou amplamente nas redes sociais nas últimas 24 horas, exibe o que seria o modelo “iPhone 18 Pro” na cor prateada. Observadores atentos notaram que o design do aparelho parece manter uma forte semelhança com o seu antecessor, o iPhone 17 Pro, indicando uma evolução incremental na estética externa, em vez de uma reformulação radical.
Detalhes Visuais e de Design Revelados
Além do teste de queda, outras imagens cruciais emergiram do vazamento, oferecendo um olhar aprofundado sobre componentes internos e externos do dispositivo. Uma dessas imagens detalhou a câmara de vapor (vapor chamber) na placa lógica do “iPhone 18 Pro”. Aparentemente, esta câmara é significativamente maior que a presente no iPhone 17 Pro e se estende até o topo do telefone, sugerindo um foco aprimorado na dissipação térmica para lidar com o desempenho crescente.
Outra revelação importante diz respeito à Ilha Dinâmica (Dynamic Island). Uma tomografia computadorizada (CT scan) do aparelho mostrou que a área reservada para a Ilha Dinâmica é ligeiramente menor em comparação com os modelos anteriores. O escaneamento também indicou que o iluminador infravermelho, um componente chave para o Face ID, foi montado na lateral, o que pode ter contribuído para a redução do espaço ocupado pela Ilha Dinâmica.
Avanços no Chip A20 Pro
A onda de vazamentos não se limitou ao design e à estrutura do aparelho. Uma suposta imagem da placa lógica do chip “A20 Pro” também veio à tona, revelando detalhes técnicos importantes. O chip, segundo as informações, mantém o mesmo tamanho do seu predecessor, o A19 Pro. Contudo, a grande novidade reside na sugestão do uso do empacotamento Wafer-level Multi-Chip Module (WMCM).
Este novo método de empacotamento representa um avanço significativo. Ele desloca a memória dinâmica de acesso aleatório (DRAM) para a lateral do pacote, o que promete uma melhoria substancial na dissipação térmica. Além disso, o “A20 Pro” é esperado com uma unidade de processamento neural (NPU) aprimorada e memória LPDDR6 de 96 bits. A mudança no empacotamento WMCM é crucial para distribuir melhor o calor gerado pelo chip, mitigando o risco de thermal throttling e garantindo um desempenho mais consistente e robusto.
Contexto e Reação ao Vazamento
A origem exata desses vazamentos ainda não foi completamente esclarecida, permanecendo a dúvida se partiram diretamente da Apple ou da Tata Electronics. No entanto, a repercussão foi imediata, com uma parte considerável das republicações desses dados sendo rapidamente derrubadas das redes sociais, indicando uma ação coordenada para conter a disseminação.
A Apple, por sua vez, parece estar ciente da gravidade da situação. Há relatos de que a empresa está preocupada com o vazamento desses 630GB de dados sigilosos, que poderiam comprometer informações confidenciais de outros produtos em desenvolvimento. Até o momento, a divulgação tem se concentrado exclusivamente na linha “iPhone 18 Pro”, mas a extensão total do impacto ainda é uma incógnita.
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