📸 Créditos da imagem: Apesar da expectativa de bem-estar, os trabalhadores afirmam que as demandas aumentam com o uso da IA - Magnific
Enquanto o debate sobre o fim da escala 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso — segue em discussão no Congresso, muitos trabalhadores brasileiros passaram a enxergar na Inteligência Artificial uma oportunidade de conquistar algo cada vez mais valorizado: tempo para cuidar de si. Uma pesquisa da Read AI mostra que os profissionais brasileiros estão adotando a tecnologia com uma visão mais centrada no bem-estar do que apenas na produtividade. O levantamento, realizado com 518 usuários de IA no ambiente corporativo em todas as regiões do país, revelou que 30% dos entrevistados pretendem investir o tempo economizado com a tecnologia na melhoria da saúde física e mental.
Outros 24% afirmaram que dedicariam esse período à convivência com familiares e amigos. Descansar e aprender novas habilidades aparecem logo em seguida, ambos citados por 23% dos participantes. Os resultados sugerem que, para muitos trabalhadores, o maior benefício da IA não está apenas em fazer mais em menos tempo, mas em recuperar espaço para atividades pessoais e qualidade de vida.
vidade Apesar dessa expectativa, a pesquisa aponta que a realidade nas empresas ainda está distante desse cenário. Segundo o estudo, 75% dos trabalhadores afirmam que os ganhos de eficiência proporcionados pela IA são rapidamente absorvidos por novas demandas. Na prática, em vez de aliviar a pressão, a tecnologia muitas vezes acelera o ritmo de trabalho.
Além da crescente cobrança por produtividade, os profissionais continuam convivendo com fatores tradicionais de desgaste, como excesso de reuniões, notificações constantes e o uso de múltiplos sistemas pouco integrados. Esse cenário ajuda a explicar uma mudança na percepção sobre o papel da IA. Em vez de priorizar ferramentas que apenas aumentem a velocidade das tarefas, os brasileiros passaram a valorizar soluções capazes de oferecer mais clareza, foco e equilíbrio na rotina profissional.
“A discussão sobre IA tem se concentrado principalmente na eficiência, mas os trabalhadores estão nos dizendo algo ainda mais importante”, afirma David Shim, CEO e cofundador da Read AI. “À medida que a IA se torna mais integrada ao trabalho diário, as pessoas passam a olhar além dos ganhos de eficiência e a buscar tecnologias que as ajudem a focar no que realmente importa. Quando a IA vai além de responder perguntas e passa a atuar de forma alinhada ao próprio trabalho, participando de reuniões em nome dos usuários e destacando proativamente recomendações e decisões importantes, ela devolve às pessoas tempo para pensamento estratégico, criatividade e bem-estar”, completa.
Colaboração O estudo também indica uma mudança na forma como os profissionais enxergam a Inteligência Artificial. Em vez de utilizá-la apenas como uma assistente para responder perguntas ou produzir textos, cresce a expectativa de que a tecnologia participe ativamente dos fluxos de trabalho. Atualmente, 25% dos entrevistados afirmam que já trabalham de forma próxima com ferramentas e agentes de IA, enquanto 22% dizem estar confortáveis em permitir que determinadas tarefas sejam executadas de forma autônoma pela tecnologia.
Essa transformação também está relacionada à sobrecarga cognitiva. Mais da metade dos participantes (54%) afirma que revisar conteúdos produzidos por IA pode ser mais desgastante mentalmente do que elaborar o material do zero. Para a Read AI, esse resultado evidencia uma demanda por soluções mais inteligentes, capazes de interpretar informações, gerar recomendações úteis e assumir tarefas operacionais, em vez de apenas produzir grandes volumes de conteúdo.
A tendência, segundo a empresa, é que a discussão sobre a ferramenta evolua da simples busca por produtividade para um debate mais amplo sobre como a tecnologia pode ampliar as capacidades humanas e contribuir para uma rotina de trabalho mais sustentável. al uma oportunidade de conquistar algo cada vez mais valorizado: tempo para cuidar de si. Uma pesquisa da Read AI mostra que os profissionais brasileiros estão adotando a tecnologia com uma visão mais centrada no bem-estar do que apenas na produtividade.
O levantamento, realizado com 518 usuários de IA no ambiente corporativo em todas as regiões do país, revelou que 30% dos entrevistados pretendem investir o tempo economizado com a tecnologia na melhoria da saúde física e mental. Outros 24% afirmaram que dedicariam esse período à convivência com familiares e amigos. Descansar e aprender novas habilidades aparecem logo em seguida, ambos citados por 23% dos participantes.
Os resultados sugerem que, para muitos trabalhadores, o maior benefício da IA não está apenas em fazer mais em menos tempo, mas em recuperar espaço para atividades pessoais e qualidade de vida. vidade Apesar dessa expectativa, a pesquisa aponta que a realidade nas empresas ainda está distante desse cenário. Segundo o estudo, 75% dos trabalhadores afirmam que os ganhos de eficiência proporcionados pela IA são rapidamente absorvidos por novas demandas.
Na prática, em vez de aliviar a pressão, a tecnologia muitas vezes acelera o ritmo de trabalho. Além da crescente cobrança por produtividade, os profissionais continuam convivendo com fatores tradicionais de desgaste, como excesso de reuniões, notificações constantes e o uso de múltiplos sistemas pouco integrados. Esse cenário ajuda a explicar uma mudança na percepção sobre o papel da IA.
Em vez de priorizar ferramentas que apenas aumentem a velocidade das tarefas, os brasileiros passaram a valorizar soluções capazes de oferecer mais clareza, foco e equilíbrio na rotina profissional. “A discussão sobre IA tem se concentrado principalmente na eficiência, mas os trabalhadores estão nos dizendo algo ainda mais importante”, afirma David Shim, CEO e cofundador da Read AI. “À medida que a IA se torna mais integrada ao trabalho diário, as pessoas passam a olhar além dos ganhos de eficiência e a buscar tecnologias que as ajudem a focar no que realmente importa.
Quando a IA vai além de responder perguntas e passa a atuar de forma alinhada ao próprio trabalho, participando de reuniões em nome dos usuários e destacando proativamente recomendações e decisões importantes, ela devolve às pessoas tempo para pensamento estratégico, criatividade e bem-estar”, completa. Colaboração O estudo também indica uma mudança na forma como os profissionais enxergam a Inteligência Artificial. Em vez de utilizá-la apenas como uma assistente para responder perguntas ou produzir textos, cresce a expectativa de que a tecnologia participe ativamente dos fluxos de trabalho.
Atualmente, 25% dos entrevistados afirmam que já trabalham de forma próxima com ferramentas e agentes de IA, enquanto 22% dizem estar confortáveis em permitir que determinadas tarefas sejam executadas de forma autônoma pela tecnologia. Essa transformação também está relacionada à sobrecarga cognitiva. Mais da metade dos participantes (54%) afirma que revisar conteúdos produzidos por IA pode ser mais desgastante mentalmente do que elaborar o material do zero.
Para a Read AI, esse resultado evidencia uma demanda por soluções mais inteligentes, capazes de interpretar informações, gerar recomendações úteis e assumir tarefas operacionais, em vez de apenas produzir grandes volumes de conteúdo. A tendência, segundo a empresa, é que a discussão sobre a ferramenta evolua da simples busca por produtividade para um debate mais amplo sobre como a tecnologia pode ampliar as capacidades humanas e contribuir para uma rotina de trabalho mais sustentável.
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