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A missão Artemis II, da NASA, não vai levar apenas astronautas à órbita da Lua, mas também carregará versões “miniaturizadas” deles. Trata-se do experimento AVATAR, uma tecnologia inovadora que utiliza chips com células humanas para estudar em tempo real como o corpo reage ao ambiente hostil do espaço profundo. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por TecMundo (@tecmundo) Batizado de A Virtual Astronaut Tissue Analog Response, o AVATAR representa um dos testes biomédicos mais avançados já enviados para fora da órbita terrestre, com potencial de transformar tanto a exploração espacial quanto a medicina aqui na Terra. O que é o chip AVATAR? O AVATAR utiliza uma tecnologia chamada “organ-on-a-chip” (órgão-em-chip). Esses dispositivos microscópicos — do tamanho de um pen drive — contêm células humanas vivas cultivadas em microcanais que simulam o funcionamento de tecidos reais. No caso da Artemis II, esses chips são ainda mais especiais: eles foram criados a partir de células dos próprios astronautas da missão.
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