Anthropic defende “humanização” para tornar modelos de IA mais seguros

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Anthropic defende “humanização” para tornar modelos de IA mais seguros

📸 Créditos da imagem: Anthropic propõe "humanizar" modelos como o Claude para aumentar a segurança das IAs - Layse Ventura via Gemini / Olhar Digital

A Anthropic, uma das principais empresas à frente no desenvolvimento da inteligência artificial, está desafiando um dos maiores tabus do setor: a humanização das máquinas. Em um novo artigo científico intitulado “Emotion Concepts and their Function in a Large Language Model”, especialistas da empresa argumentam que atribuir características humanas à IA pode ser a chave para evitar comportamentos nocivos, como a mentira e a adulação excessiva. De acordo com o Mashable, o estudo sugere que, ao entender o que chamam de “maquiagem psicológica” do modelo, os desenvolvedores podem criar ferramentas mais confiáveis e seguras. Como o Claude simula emoçõesOs pesquisadores descrevem o treinamento do Claude (o principal chatbot da empresa) como o trabalho de um “ator de método”. Para ser um assistente útil, a IA precisa “entrar no personagem”. Como o modelo emula traços humanos, ele pode ser influenciado de forma semelhante a uma pessoa: por meio de bons exemplos e curadoria de dados. A tese é que, ao utilizar materiais de treinamento com representações positivas de regulação emocional (como empatia e resiliência), a IA tende a mimetizar esses padrões em suas interações. Mapeando 171 “emoções funcionais”Embora não exista evidência de que a IA sinta emoções reais, os pesquisadores buscaram o que chamam de “emoções funcionais”.

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