📸 Créditos da imagem: reprodução / Folha de Pernambuco
A pernambucana e cofundadora da edtech Quark Ana Uriarte assumirá a vice-presidência da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) no biênio de 2027 e 2028. Ela integrará a mesa diretora ao lado do presidente, Lindomar Góes, e do diretor financeiro, Waldir Souza, a partir de 1º de janeiro de 2027 e reforçará a presença do Nordeste em espaços estratégicos de decisão do ecossistema nacional de tecnologia. Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, na tarde desta quarta-feira (4), Ana Uriarte afirmou que está feliz com a oportunidade, principalmente porque a região Nordeste já tem um protagonismo no ecossistema nacional de inovação por causa do parque tecnológico do Porto Digital.
“Estou muito animada com a possibilidade de levar para o âmbito nacional as tecnologias e os negócios que criamos aqui em Recife, além de potencializar as iniciativas desenvolvidas no nosso território”, diz a cofundadora da Quark. “Acho que será uma ótima oportunidade tanto para disseminar o que fazemos no Nordeste quanto para trazer boas oportunidades que existem em outras regiões do país para cá”, pontua. Desafios Para a cofundadora da Quark, o maior desafio da sua gestão será entender as diferenças e compreender as necessidades das empresas inovadoras que estão espalhadas pelo país, além de desenvolver políticas e programas que garantam mais visibilidade, conexão e oportunidades para crescer para a maior parte das startups brasileiras.
Isso porque, segundo ela, uma empresa que funciona no Recife é diferente de uma que funciona em São Paulo ou no Acre. “Temos muitas startups com negócios incríveis e tecnologias que são celebradas internacionalmente, inclusive com reconhecimentos no Guinness Book e premiações internacionais. Entretanto, muitas vezes, essas empresas têm dificuldade para se conectar com um possível primeiro cliente, realizar a primeira venda ou conseguir um investidor”, explica Ana Uriarte.
No entanto, segundo ela, a chegada da inteligência artificial mudou o seu pensamento sobre os desafios nos últimos anos. “Existem ferramentas que facilitam muito a criação de protótipos e soluções. A tecnologia se tornou uma commodity, exceto em determinados segmentos, como as DeepTechs, que são startups originadas de pesquisas acadêmicas e possuem um grande embasamento científico”, explica a vice-presidente eleita do ABStartups.
“Quando falamos de soluções mais comuns, como softwares e plataformas digitais, a tecnologia deixou de ser necessariamente a maior barreira”. Atualmente, a especialista acredita que a maior dificuldade seja vender e validar a solução no mercado, além de entender se ela realmente atende a necessidade dos consumidores. Ou seja, para ela, não basta criar algo que seja necessidade apenas do empreendedor, é preciso encontrar clientes dispostos a pagar por aquela solução.
A Quark, fundada por Ana Uriarte, também passou por algumas dificuldades até ser oficialmente lançada. Foram diversas tentativas até entender que a solução precisa ser escalável. Há quatro anos, a startup vem oferecendo capacitações em comunicação, liderança e inteligência emocional, além de outras habilidades e competências que precisam ser aprimoradas para estudantes da rede pública que estão buscando uma oportunidade no mercado de trabalho.
Expectativa A nova vice-presidente do ABStartups para o biênio 2027-2028 acredita que a gestão conseguirá realizar grandes projetos durante o mandato, principalmente pela experiência em Pernambuco, com formação e empregabilidade. “A ideia é levar esse conhecimento, ampliar as oportunidades e contribuir para que mais empreendedores e negócios inovadores tenham condições de crescer em diferentes regiões do país”, finaliza Ana Uriarte. ABStartups A ABStartups é uma organização sem fins lucrativos dedicada à representação, ao desenvolvimento e à conexão de startups brasileiras.
A entidade mantém a StartupBase, uma plataforma pública de mapeamento do setor, além de promover o CASE, um dos principais eventos nacionais de empreendedorismo inovador. A associação ainda atua na articulação com investidores, poder público, empresas e comunidades. o presidente, Lindomar Góes, e do diretor financeiro, Waldir Souza, a partir de 1º de janeiro de 2027 e reforçará a presença do Nordeste em espaços estratégicos de decisão do ecossistema nacional de tecnologia.
Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, na tarde desta quarta-feira (4), Ana Uriarte afirmou que está feliz com a oportunidade, principalmente porque a região Nordeste já tem um protagonismo no ecossistema nacional de inovação por causa do parque tecnológico do Porto Digital. “Estou muito animada com a possibilidade de levar para o âmbito nacional as tecnologias e os negócios que criamos aqui em Recife, além de potencializar as iniciativas desenvolvidas no nosso território”, diz a cofundadora da Quark. “Acho que será uma ótima oportunidade tanto para disseminar o que fazemos no Nordeste quanto para trazer boas oportunidades que existem em outras regiões do país para cá”, pontua.
Desafios Para a cofundadora da Quark, o maior desafio da sua gestão será entender as diferenças e compreender as necessidades das empresas inovadoras que estão espalhadas pelo país, além de desenvolver políticas e programas que garantam mais visibilidade, conexão e oportunidades para crescer para a maior parte das startups brasileiras. Isso porque, segundo ela, uma empresa que funciona no Recife é diferente de uma que funciona em São Paulo ou no Acre. “Temos muitas startups com negócios incríveis e tecnologias que são celebradas internacionalmente, inclusive com reconhecimentos no Guinness Book e premiações internacionais.
Entretanto, muitas vezes, essas empresas têm dificuldade para se conectar com um possível primeiro cliente, realizar a primeira venda ou conseguir um investidor”, explica Ana Uriarte. No entanto, segundo ela, a chegada da inteligência artificial mudou o seu pensamento sobre os desafios nos últimos anos. “Existem ferramentas que facilitam muito a criação de protótipos e soluções.
A tecnologia se tornou uma commodity, exceto em determinados segmentos, como as DeepTechs, que são startups originadas de pesquisas acadêmicas e possuem um grande embasamento científico”, explica a vice-presidente eleita do ABStartups. “Quando falamos de soluções mais comuns, como softwares e plataformas digitais, a tecnologia deixou de ser necessariamente a maior barreira”. Atualmente, a especialista acredita que a maior dificuldade seja vender e validar a solução no mercado, além de entender se ela realmente atende a necessidade dos consumidores.
Ou seja, para ela, não basta criar algo que seja necessidade apenas do empreendedor, é preciso encontrar clientes dispostos a pagar por aquela solução. A Quark, fundada por Ana Uriarte, também passou por algumas dificuldades até ser oficialmente lançada. Foram diversas tentativas até entender que a solução precisa ser escalável.
Há quatro anos, a startup vem oferecendo capacitações em comunicação, liderança e inteligência emocional, além de outras habilidades e competências que precisam ser aprimoradas para estudantes da rede pública que estão buscando uma oportunidade no mercado de trabalho. Expectativa A nova vice-presidente do ABStartups para o biênio 2027-2028 acredita que a gestão conseguirá realizar grandes projetos durante o mandato, principalmente pela experiência em Pernambuco, com formação e empregabilidade. “A ideia é levar esse conhecimento, ampliar as oportunidades e contribuir para que mais empreendedores e negócios inovadores tenham condições de crescer em diferentes regiões do país”, finaliza Ana Uriarte.
ABStartups A ABStartups é uma organização sem fins lucrativos dedicada à representação, ao desenvolvimento e à conexão de startups brasileiras. A entidade mantém a StartupBase, uma plataforma pública de mapeamento do setor, além de promover o CASE, um dos principais eventos nacionais de empreendedorismo inovador. A associação ainda atua na articulação com investidores, poder público, empresas e comunidades.
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