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Todos os dias, milhões de pessoas utilizam aplicativos de mapas, serviços de transporte e sistemas de localização sem pensar na complexa infraestrutura que funciona milhares de quilômetros acima da Terra.
Agora, a Europa está preparando uma mudança importante nessa tecnologia.
Ampliação do Galileo G2
A Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou, em 27 de outubro de 2026, a ampliação da segunda geração do Galileo, elevando o número total de satélites contratados de 12 para 16.
Quatro novos equipamentos serão fabricados: dois pela Airbus Defence and Space e dois pela Thales Alenia Space.
Comunicação intersatélite
Os novos satélites poderão trocar informações diretamente no espaço, reduzindo a dependência de estações terrestres.
Essa capacidade aumentará a resistência da rede diante de interrupções ou dificuldades de comunicação.
Atualizações em órbita
Com o Galileo G2, será possível atualizar e reconfigurar funções por meio de software, mesmo após o lançamento.
Isso permitirá adaptar serviços, modificar características de sinais e incorporar melhorias sem substituir fisicamente os satélites.
Relógios atômicos avançados
Os novos satélites contarão com antenas de maior desempenho e relógios atômicos de alta precisão, essenciais para medir o tempo com exatidão.
Calendário de implantação
Os quatro satélites adicionais deverão ser entregues em 2031, com lançamentos previstos posteriormente.
Os primeiros 12 equipamentos já estão em desenvolvimento, com testes das primeiras unidades de voo programados para 2027 e o lançamento inaugural em 2028.
Benefícios para usuários
A nova geração deverá melhorar a qualidade e disponibilidade dos serviços de posicionamento, oferecendo sinais mais confiáveis e maior resistência a interferências.
Os usuários poderão perceber melhorias na precisão de navegação em smartphones, sistemas de transporte e aplicações industriais.
Essa evolução representa uma mudança significativa na forma como os sistemas globais de navegação são construídos e mantidos.
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