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A Meta enfrenta uma ação coletiva que questiona os efeitos do Facebook e do Instagram sobre crianças e adolescentes.
Ação coletiva na Austrália
O processo reúne oito autores que alegam ter sofrido danos quando menores de idade.
Os autores pedem indenização e buscam responsabilizar a empresa por conteúdos prejudiciais e uso compulsivo.
Algoritmos e recomendações em foco
Os advogados questionam o papel dos algoritmos na seleção de publicações e no estímulo à permanência nas plataformas.
- Seleção de conteúdo nos feeds
- Estímulo ao uso compulsivo
- Exposição a publicações prejudiciais
Legislação e medidas da Meta
O país aprovou lei que impede menores de 16 anos de acessar redes sociais.
A Meta removeu contas de usuários abaixo dessa idade na Austrália em dezembro do ano passado.
Discussões sobre permitir desativar recomendações algorítmicas também estão em andamento.
Contexto internacional
Processos semelhantes ocorreram nos Estados Unidos, onde a Meta pagou 18 bilhões de dólares para encerrar acusações de design vicioso.
O processo australiano busca indenização por danos relacionados ao uso antes dos 18 anos.
O sigilo da petição impede conhecer todos os argumentos apresentados.
O tribunal proibiu divulgação de conteúdo que possa identificar os envolvidos.
A Meta declarou que se defenderá vigorosamente.
Este caso pode ser o primeiro no país a buscar responsabilização de redes sociais por prejuízos desse tipo.
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