📸 Créditos da imagem: Ned Snowman/Shutterstock
O Sistema Maven
A Palantir desenvolveu o Maven, que reúne dados de satélites, radares e sensores para oferecer aos comandantes uma visão abrangente do campo de batalha e acelerar decisões.
A OTAN adquiriu a plataforma em 2025 e declarou em junho de 2026 que atingiu plena capacidade técnica operacional.
Por que França e Alemanha Resistiram
Ambos os países temem depender de uma empresa americana para atividades militares estratégicas.
As tensões políticas e o episódio da Ucrânia reforçaram a preocupação com tecnologias que podem ser afetadas por decisões em Washington.
Palantir Garante Controle aos Clientes
Louis Mosley, vice‑presidente executivo da Palantir para o Reino Unido e Europa, afirmou que os clientes mantêm controle operacional do software.
“Não existem mecanismos de desligamento. A Palantir ou o governo dos Estados Unidos não têm como acessar o sistema e desligá‑lo”, declarou.
O Maven pode operar sem a participação direta da Palantir, e clientes militares já o fazem dessa forma.
Principais Questões
- Acesso a informações militares: quem pode consultar dados estratégicos e sob quais condições.
- Continuidade das operações: como manter sistemas essenciais funcionando diante de eventuais interrupções.
- Controle tecnológico: até que ponto as forças armadas conseguem operar suas ferramentas sem depender do fornecedor.
Apesar da adoção pela OTAN, França e Alemanha não incorporaram o Maven às suas próprias forças armadas, mantendo preocupações sobre acesso de funcionários privados a dados militares estratégicos.
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