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Contexto
A Meta, dona do Facebook e do Instagram, entrou com ação na Suprema Corte de Londres para contestar critérios usados pelo regulador de mídia Ofcom na aplicação de multas previstas na Lei de Segurança Online.
Cálculo das multas
A lei permite multas de até 10% da receita mundial qualificável ou 18 milhões de libras, prevalecendo o valor maior. O Ofcom baseia-se na receita mundial para definir o teto, mas a Meta alega que isso cria penalidades desproporcionais.
Argumentos da Meta
A empresa argumenta que o regulador extrapolou seus poderes ao usar uma definição ampla de receita mundial e que o método abre caminho para as maiores penalidades possíveis. Também questiona a forma de calcular multas quando múltiplas empresas do mesmo grupo são responsabilizadas conjuntamente.
Defesa do Ofcom
O órgão defende que a receita mundial serve apenas para determinar o limite máximo e que a multa efetiva deve ser proporcional à infração. Ele destaca a necessidade de supervisionar um setor que ficou mais de 20 anos sem regulamentação.
Impacto e Perspectivas
A disputa coloca em debate o alcance dos poderes do Ofcom e a forma de calcular penalidades. A Justiça deverá analisar os argumentos apresentados pelas partes, podendo definir precedentes para futuras regulações.
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