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Erupções solares recentes
Nas últimas 24 horas, o Sol registrou uma sequência de erupções de classe M, interrompendo períodos de atividade mais fraca. A primeira, em 5 de maio, ocorreu na região AR4545 e recebeu classificação M1.1. No dia seguinte, duas erupções na região AR4549, próxima ao centro do lado do Sol voltado para a Terra, foram classificadas como M1.4 e M1.8, provocando apagões de rádio na parte iluminada do planeta.
Ejeção de Massa Coronal em caminho
Esses eventos lançaram uma ejeção de massa coronal (CME) em direção à Terra, prevista para chegar na próxima sexta-feira. A nuvem de partículas carregadas pode interagir com a magnetosfera, gerando uma tempestade geomagnética que aumentará a intensidade das auroras.
Possíveis efeitos na Terra
Além das auroras visíveis em latitudes mais baixas, a CME pode causar:
- Interferências na operação de satélites;
- Quedas temporárias e imprecisões no GPS e sistemas de navegação;
- Impactos na rede elétrica, dependendo da intensidade da tempestade;
- Interrupções de rádio de intensidades variadas.
A região AR4549 transformou-se em um conjunto de manchas solares de alta complexidade, aumentando a probabilidade de erupções de intensidade média a forte nos próximos dias. Buracos coronais podem liberar ventos solares mais fortes, contribuindo para a atividade geomagnética.
Um novo período de atividade elevada está previsto para o domingo, com a possibilidade de mais erupções solares. A comunidade científica acompanha de perto os desenvolvimentos, pois a tempestade pode ser uma das maiores registradas nos últimos 14 mil anos.
Para mais detalhes sobre os efeitos e medidas de mitigação, consulte fontes especializadas em ciências espaciais.
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