Por R$ 150, já é possível contratar um robô humanoide para fazer faxina

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Por R$ 150, já é possível contratar um robô humanoide para fazer faxina

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Por R$ 150, já é possível contratar um robô humanoide para fazer faxinaUma startup de São Francisco, nos Estados Unidos, começou a oferecer um serviço de faxina realizado por robôs humanoides. O preço anunciado é de US$ 30 (R$ 150) por hora. O que aconteceuProjeto foi lançado pela empresa Tau Robotics em julho. Inicialmente, o serviço ficou restrito a um grupo de clientes, mas aos poucos passou a atrair mais interessados e já conta com lista de espera. A empresa cobra US$ 30 (R$ 150) por humanoide e por hora.

Atualmente, cada visita pode utilizar dois robôs, que trabalham simultaneamente durante uma hora, aumentando o custo efetivo para US$ 60 (R$ 300). Pelo site, é possível agendar a faxina e escolher o dia e o horário. Banheiros e quartos ficam fora da área de limpeza por padrão, mas o cliente pode autorizar a entrada dos robôs nesses cômodos. Também é possível indicar áreas ou objetos que devem permanecer intocados. Apesar de ser equipado com inteligência artificial, o robô ainda não é autônomo.

Durante a limpeza, um operador humano treinado controla a máquina em tempo real, a partir das instalações da empresa. A Tau Robotics, porém, pretende usar a operação controlada por humanos como uma etapa de desenvolvimento. O objetivo é fazer com que os robôs realizem as tarefas de maneira cada vez mais autônoma no futuro, reduzindo gradualmente a necessidade de intervenção humana. O que o robô pode fazerPor enquanto, as tarefas são relativamente simples: aspirar o chão; limpar superfícies; recolher objetos e pequenas bagunças; retirar o lixo; organizar determinadas áreas. Cliente relatou experiênciaRecentemente, Gianna Capezio, moradora de São Francisco, contratou o serviço. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ela mostrou como funciona a limpeza realizada pelos robôs humanoides em seu apartamento. Durante o serviço, a máquina aspirou o chão, arrumou a cama e limpou o banheiro.

Capezio afirmou que o robô foi mais lento do que uma pessoa, mas considerou o resultado satisfatório e disse que não precisou refazer o trabalho. Ela destacou, porém, a questão da privacidade. Como o operador precisa enxergar o ambiente por meio das câmeras instaladas no equipamento, as imagens da residência são registradas durante a limpeza. A empresa reconhece que precisa dessas imagens para realizar o serviço. Entretanto, afirma que os microfones do robô ficam desativados e que não grava nem escuta o áudio dentro da residência.

O operador consegue falar com o cliente pelo alto-falante do robô, mas não consegue ouvir o que acontece no interior da casa. O autor da mensagem, e não o, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do.

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