📸 Créditos da imagem: Alex Photo Stock/Shutterstock
O Snapchat se juntou a um movimento cada vez mais forte para combater a proliferação de textos, imagens e vídeos falsos gerados integralmente por ferramentas de inteligência artificial.
Por que é um problema?
Esse tipo de publicação, frequentemente chamado de ‘lixo de IA’, se espalhou rapidamente pela internet à medida que a corrida tecnológica facilitou o acesso a programas capazes de criar desde redações inteiras a vídeos ultra-realistas em questão de segundos.
A Snap, empresa responsável pelo Snapchat, anunciou que deixará de recomendar vídeos criados inteiramente por IA em sua popular aba Spotlight. Em vez disso, a prioridade voltará a ser o ‘conteúdo autêntico e feito por humanos’.
Outras plataformas também se posicionam
O LinkedIn e o YouTube também estão tomando medidas para combater o ‘lixo de IA’. O LinkedIn lançou um recurso que permite aos usuários denunciarem postagens ou comentários com suspeita de autoria robótica.
O YouTube atualizou suas diretrizes de monetização para desestimular o preenchimento da plataforma com o que chama de ‘conteúdo inautêntico’.
- Produções genéricas
- Repetitivas
- Baseadas em modelos padronizados
Essas medidas visam proteger os usuários e manter a qualidade do conteúdo nas plataformas.
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