📸 Créditos da imagem: A expectativa da Meta é que o Muse Image chegue em breve para mais países e para outras redes sociais da empresa, como o Facebook e o Messenger - Marcello Casal jr/Agência Brasil
A Meta anunciou nesta sexta-feira (10) que descontinuará o recurso de inteligência artificial do Muse Image que permitia aos usuários gerar imagens utilizando fotos públicas de terceiros do Instagram para criar deepfakes (técnica que permite alterar vídeo e foto com ajuda da IA). A funcionalidade, que foi lançada na última terça-feira (7), foi alvo de críticas dos usuários da plataforma nos últimos dias. Em nota enviada à revista Variety, a Meta informou que o objetivo era fornecer uma ferramenta criativa e útil para dar às pessoas o controle sobre a forma de reutilização do seu conteúdo público.
No entanto, a empresa entendeu que o recurso não atingiu o objetivo esperado e, portanto, ele será descontinuado. Segundo o porta-voz, a ferramenta não está mais disponível. O Muse Image ainda não foi lançado no Brasil.
A entrou em contato com a Meta para confirmar a descontinuação do recurso, mas até a publicação da reportagem não recebeu retorno. O espaço segue aberto. Entenda a polêmica A Meta anunciou o lançamento do seu primeiro gerador de imagens por Inteligência Artificial nesta semana.
Chamado de Muse Image e desenvolvido pelo laboratório de superinteligência da empresa, a tecnologia permitia que os usuários utilizassem fotos públicas no Instagram para criar deepfakes (técnica que permite alterar vídeo e foto com ajuda da IA). Com um perfil público no Instagram, qualquer usuário com acesso ao Meta AI poderia mencionar uma conta da rede social para gerar uma nova imagem realista baseada na aparência da pessoa retratada nas fotos públicas O titular do perfil não receberia qualquer aviso ou notificação caso sua imagem seja utilizada por terceiros. Se a conta fosse alterada para o modo privado, novas imagens deixarão de ser geradas com base nas fotos do perfil, mas as imagens já criadas anteriormente não serão removidas.
A Meta ainda informou que os usuários do Instagram poderiam impedir que seu conteúdo público seja reutilizado pelos recursos de inteligência artificial da empresa. No entanto, a ideia não foi bem recebida pelo público, que utilizou as redes sociais para criticar a novidade e dar dicas de segurança aos usuários da plataforma. para criar deepfakes (técnica que permite alterar vídeo e foto com ajuda da IA).
A funcionalidade, que foi lançada na última terça-feira (7), foi alvo de críticas dos usuários da plataforma nos últimos dias. Em nota enviada à revista Variety, a Meta informou que o objetivo era fornecer uma ferramenta criativa e útil para dar às pessoas o controle sobre a forma de reutilização do seu conteúdo público. No entanto, a empresa entendeu que o recurso não atingiu o objetivo esperado e, portanto, ele será descontinuado.
Segundo o porta-voz, a ferramenta não está mais disponível. O Muse Image ainda não foi lançado no Brasil. A entrou em contato com a Meta para confirmar a descontinuação do recurso, mas até a publicação da reportagem não recebeu retorno.
O espaço segue aberto. Entenda a polêmica A Meta anunciou o lançamento do seu primeiro gerador de imagens por Inteligência Artificial nesta semana. Chamado de Muse Image e desenvolvido pelo laboratório de superinteligência da empresa, a tecnologia permitia que os usuários utilizassem fotos públicas no Instagram para criar deepfakes (técnica que permite alterar vídeo e foto com ajuda da IA).
Com um perfil público no Instagram, qualquer usuário com acesso ao Meta AI poderia mencionar uma conta da rede social para gerar uma nova imagem realista baseada na aparência da pessoa retratada nas fotos públicas O titular do perfil não receberia qualquer aviso ou notificação caso sua imagem seja utilizada por terceiros. Se a conta fosse alterada para o modo privado, novas imagens deixarão de ser geradas com base nas fotos do perfil, mas as imagens já criadas anteriormente não serão removidas. A Meta ainda informou que os usuários do Instagram poderiam impedir que seu conteúdo público seja reutilizado pelos recursos de inteligência artificial da empresa.
No entanto, a ideia não foi bem recebida pelo público, que utilizou as redes sociais para criticar a novidade e dar dicas de segurança aos usuários da plataforma.
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