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UE descarta obrigatoriedade de manter videogames jogáveis e busca código de conduta voluntárioBRUXELAS, 16 Jun (Reuters) – A Comissão Europeia afirmou nesta terça-feira que não pode exigir que os videogames continuem jogáveis após serem retirados de venda, mas trabalhará com a indústria e grupos de consumidores na elaboração de um código de conduta voluntário para gerenciar o “fim da vida útil” dos jogos. A associação de consumidores francesa UFC-Que Choisir moveu uma ação contra a Ubisoft em março, depois que a fabricante de videogames desativou os servidores de seu jogo de corrida online “The Crew”, tornando-o permanentemente indisponível para os compradores. O caso conta com o apoio da campanha “Stop Killing Games”, lançada após a polêmica. A Ubisoft afirmou que os jogadores compraram acesso limitado, e não a propriedade total. A UFC-Que Choisir alega que a empresa induziu os consumidores em erro quanto ao tempo em que o jogo permaneceria disponível e impôs cláusulas contratuais abusivas, privando os jogadores de seus direitos de propriedade. A Comissão afirmou que as regras de direitos autorais e outras normas de propriedade intelectual a impedem de impor a obrigação de manter os jogos jogáveis.
Acrescentou que trabalharia com organizações de consumidores e autoridades para aumentar a conscientização sobre os direitos existentes. “A aplicação ativa desses direitos do consumidor já existentes também pode incentivar os fornecedores a oferecer videogames com vida útil mais longa e a explorar soluções para atender às expectativas dos consumidores”, afirmou a Comissão em comunicado. A UFC-Que Choisir e a Stop Killing Games não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. (Reportagem de Makini Brice e Foo Yun Chee) O autor da mensagem, e não o, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do.
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