📸 Créditos da imagem: Mehaniq/Shutterstock
A relação entre a Anthropic e o governo dos Estados Unidos entrou em rota de colisão após divergências sobre o uso militar de inteligência artificial.
Impasse começou com restrições ao uso militar de IA
A tensão começou quando a Anthropic recusou permitir que suas tecnologias fossem usadas pelas Forças Armadas dos EUA em vigilância doméstica e em sistemas de armas totalmente autônomos.
Resposta do governo
A resposta do governo veio em seguida: a empresa foi incluída em uma lista de segurança nacional, cuja aplicação deve entrar em vigor ainda este ano.
Classificação como ‘risco para a cadeia de suprimentos’
Em março, o Departamento de Defesa foi além e classificou a empresa como um ‘risco para a cadeia de suprimentos’. É a primeira vez que uma companhia americana recebe esse tipo de enquadramento, geralmente reservado a empresas ligadas a países considerados adversários.
Sinais de reaproximação
A mudança de clima começou a aparecer depois de uma visita do CEO Dario Amodei à Casa Branca, em abril.
Convite para participar da assinatura de uma ordem executiva
Um dos episódios mais simbólicos dessa reaproximação foi o convite para que Amodei participasse da assinatura de uma ordem executiva sobre inteligência artificial.
Processo judicial ainda em andamento
O conflito não foi encerrado. O Pentágono continua contestando a classificação de risco aplicada à empresa, e o caso segue em disputa judicial.
Impacto sobre o IPO da empresa
O pano de fundo é a preparação da Anthropic para uma possível abertura de capital, que pode avaliar a empresa em até US$ 1 trilhão.
- A disputa entre a Anthropic e o governo dos EUA envolveu divergências sobre o uso militar de inteligência artificial.
- A empresa foi incluída em uma lista de segurança nacional e classificada como ‘risco para a cadeia de suprimentos’.
- A mudança de clima começou a aparecer depois de uma visita do CEO Dario Amodei à Casa Branca.
- O conflito não foi encerrado e o caso segue em disputa judicial.
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