📸 Créditos da imagem: Samuel Boivin/Shutterstock
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O receio de que o modelo de inteligência artificial (IA) Mythos, da Anthropic, pudesse impulsionar de forma descontrolada atividades de hackers vem sendo considerados exagerados por parte da comunidade de cibersegurança.
Reação cautelosa
Profissionais da área de cibersegurança têm adotado uma postura mais cautelosa, considerando que a reação pública e política ao Mythos foi além do que as capacidades atuais do sistema efetivamente demonstram.
Avanços técnicos
O modelo representa um avanço técnico real, mas a resposta em torno da tecnologia não é sustentada pelo que realmente sabemos sobre como essas capacidades irão se traduzir no mundo real.
Testes de segurança
Equipes de tecnologia de bancos também vêm trabalhando para corrigir diversas fragilidades em sistemas bancários de grande e pequeno porte.
Riscos moderados
A diferença entre a percepção de risco de profissionais da segurança e a visão de formuladores de políticas públicas ajudou a alimentar a narrativa de que o Mythos estaria no centro de uma iminente crise de segurança digital.
Desafios de infraestrutura
As organizações precisam contar com infraestrutura computacional adequada e também com um ambiente controlado de execução, conhecido como " harness", no qual o modelo opera com instruções e limitações específicas.
Projeto Glasswing
A estratégia da Anthropic de apresentar o Mythos dessa forma e convidar empresas selecionadas para testar defesas em um programa chamado Project Glasswing ajudou a ampliar o debate sobre o modelo para além dos círculos tradicionais de segurança.
Apresentação ao FSB
A Anthropic deverá apresentar ao Financial Stability Board (FSB) vulnerabilidades cibernéticas identificadas pelo modelo no sistema financeiro global.
Categorias
Inteligência Artificial, Segurança
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