📸 Créditos da imagem: NNehring/Getty Images
O conflito entre Rússia e Ucrânia, iniciado em 2022, marcou uma mudança significativa no campo de batalha. Caças e outras aeronaves tradicionais perderam espaço para um tipo de arma muito mais barata e que se mostrou eficiente: os drones kamikaze. A tendência se confirmou nas ofensivas conjuntas entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, com a utilização do drone “LUCAS” pelos dois países parceiros. Adição mais recente das Forças Armadas americanas, o equipamento é um clone do Shahed-136 desenvolvido no território iraniano. O que são drones “kamikaze”/drones suicidas? Também conhecidos como drones suicidas, os modelos kamikazes são um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) que se lança contra o alvo assim que o identifica. Ele é a própria arma usada para abater o inimigo e se destrói ao atingi-lo – vem daí o termo “suicida”. Integrando uma categoria chamada de “munições guiadas de precisão”, foram inspirados nos pilotos japoneses que lançavam seus caças contra navios inimigos durante a Segunda Guerra Mundial.
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