📸 Créditos da imagem: Divulgação Virgin Galactic
A Virgin Galactic decidiu que a exclusividade tem um novo preço. Após um hiato de dois anos, a companhia retomou a comercialização de assentos para seus voos espaciais comerciais, mas com um reajuste significativo: cada bilhete agora custa US$ 750 mil (cerca de R$ 3,9 milhões) – um salto de US$ 100 mil em relação ao valor praticado anteriormente. A estratégia de preços reflete um momento de “monopólio temporário”, conforme explicou a Bloomberg. Com a Blue Origin (de Jeff Bezos) fora de jogo desde janeiro, quando suspendeu os voos do foguete New Shepard, a Virgin Galactic é hoje a única grande operadora ativa para quem busca experiências de gravidade zero e visão da curvatura terrestre em trajetos de curta duração. O salto tecnológico para 2026A pausa nas vendas não foi por falta de demanda, mas sim um movimento calculado para preparar a próxima geração de veículos. O foco da engenharia está agora na Delta, uma aeronave espacial atualizada que deve ser o divisor de águas para a lucratividade da operação. Os marcos temporais da companhia são claros: Final de 2026: previsão de estreia da frota Delta.
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