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Buracos negros curvando o espaço-tempo, estrelas convertendo massa em energia com eficiência quase absurda, o próprio universo emergindo de um Big Bang… hoje conseguimos descrever esses cenários com a elegância da relatividade geral. Todos agradecem a Albert Einstein. Mas pouca gente sabe que, sem uma aristocrata francesa do século XVIII, que “enquadrou” o próprio Isaac Newton, Einstein talvez nunca tivesse chegado à famosa equação E = mc². No século XVIII, a França vivia o auge do Iluminismo, mas esse “século das luzes” tinha zonas bem sombreadas. Cafés, academias e círculos intelectuais eram ambientes essencialmente masculinos, onde mulheres não eram bem-vindas, pelo menos não como participantes intelectuais.
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