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A polilaminina colocou a ciência brasileira no centro de um dos debates mais sensíveis e promissores da medicina atual: a possibilidade real de regeneração da medula espinhal após lesões consideradas irreversíveis. Desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a substância ganhou repercussão nacional após resultados preliminares indicarem recuperação motora em pacientes com lesão medular completa, condição historicamente associada a baixíssimas taxas de melhora espontânea. Entre entusiasmo, cautela científica e intensa mobilização nas redes sociais, o tema reúne inovação, esperança e rigor metodológico.
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