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Tudo sobre Apple ver mais Tudo sobre Estados Unidos ver mais O Estado de Virgínia Ocidental (EUA) entrou com uma ação judicial contra a Apple acusando a companhia de permitir, de forma consciente, que seu serviço de armazenamento em nuvem, o iCloud, fosse usado para guardar e distribuir material de abuso sexual infantil.Segundo o procurador-geral estadual, John B. McCuskey, a empresa teria se recusado a empregar ferramentas capazes de reconhecer esse tipo de conteúdo. O processo, apresentado nesta quinta-feira (19), é considerado o primeiro movido por um órgão governamental contra a empresa por esse motivo.O que o Estado diz no processo contra a Apple Na ação de 52 páginas, o Estado afirma que, ao optar por não utilizar determinadas tecnologias de detecção de fotos e vídeos ilegais, a empresa facilitou a disseminação do material e violou leis locais de proteção ao consumidor; McCuskey declarou que “a Apple está usando o manto da privacidade para mitigar suas responsabilidades com as crianças e famílias neste país” e acrescentou que as imagens precisam ser removidas e que “a Apple precisa estar trabalhando com as autoridades para garantir que todos que as possuam sejam processados com todo o rigor da lei”; Segundo o procurador-geral, as imagens “são um registro permanente do trauma de uma criança e essa criança é revitimizada toda vez que o material é compartilhado ou visualizado”.
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