📸 Créditos da imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog
Decisão da CGPM
A Conferência Geral de Pesos e Medidas aprovou o fim dos segundos bissextos nos relógios mundiais, substituindo ajustes frequentes por uma tolerância maior entre o Tempo Universal Coordenado (UTC) e o UT1.
Riscos de segundos bissextos
Segundos bissextos são usados para alinhar o UTC, baseado em relógios atômicos, com o UT1, calculado a partir da rotação da Terra. Quando a diferença entre os dois ultrapassa 0,9 segundos, um segundo extra é adicionado ao UTC. A possibilidade de um segundo bissexto negativo, que retiraria um segundo, representa um risco elevado para infraestruturas críticas.
- Impacto em redes elétricas e servidores
- Dispositivos de Internet das Coisas (IoT) não preparados
- Necessidade de investimentos comparáveis ao Bug do Milênio
Modelo UTC Contínuo
O novo modelo, chamado UTC Contínuo, permite uma defasagem de até 3.600 segundos, equivalente a uma hora, antes que seja necessária uma nova correção. Isso reduz a frequência de intervenções e elimina a necessidade de softwares prepararem ajustes de um segundo.
Impacto em infraestruturas digitais
Grandes empresas de tecnologia já adotam métodos próprios para suavizar a inclusão de segundos bissextos, mas as soluções não são padronizadas. A mudança visa garantir que sistemas críticos permaneçam estáveis e que desenvolvedores não precisem lidar com ajustes de tempo inesperados.
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