📸 Créditos da imagem: miss
Contexto
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) convocou representantes da Meta e das campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro para discutir a aplicação de uma decisão que exige tratamento igualitário nas plataformas digitais.
Decisão do TSE
O plenário manteve, por unanimidade, a proibição de interferência na distribuição de conteúdo político‑eleitoral das duas candidaturas até o fim do segundo turno.
- Impedir redução de distribuição de publicações.
- Bloqueios automáticos de contas publicitárias passam por revisão humana em até duas horas.
- Revisar restrições a contas de anúncios.
- Repor impulsionamento de anúncios não entregue.
Medidas da Meta
A empresa afirmou aplicar as mesmas regras a todos os candidatos e adotou medidas para impedir abusos.
- Análise de 1.204 publicações, 720 suspensas por não identificar uso de IA.
- Lista de permissões para anúncios, restringindo propaganda a candidatos, partidos e coligações cadastrados.
- Revisão de 255 perfis de rede inautêntica.
- Verificação de conteúdo produzido ou alterado por IA em 1.204 publicações.
Reação da Meta
A companhia negou favorecimento e atribuiu os problemas a questões técnicas.
Rejeitou a criação de canal direto para jornalistas, alegando complexidade técnica, jurídica e operacional.
Questões de Jornalismo
O Ministério da Justiça solicitou um canal de apoio a jornalistas para tratar de ameaças, assédio e bloqueios de contas.
A Meta argumentou que os canais gerais de atendimento existentes seriam suficientes.
Conclusão
A medida tem caráter preventivo, buscando impedir desigualdades na reta final da campanha. A multa diária pode chegar a R$ 1 milhão caso a empresa não cumpra integralmente as determinações.
📰 Leia a notícia completa em: Olhar Digital »