📸 Créditos da imagem: CDC/ Dr
Resumo da situação
A Rússia negou relatos de um surto de peste pneumônica após a morte de uma funcionária de um instituto de pesquisa na Sibéria. O caso, que ocorreu na semana passada, levou dezenas de pessoas à quarentena na região de Irkutsk. A agência estatal de vigilância sanitária, Rospotrebnadzor, informou que nenhum caso de peste foi identificado entre os contatos da funcionária.
Reação do Kremlin
O porta‑voz do Kremlin, Dmitry Peskov, declarou que muitas reportagens sobre a morte são falsas e orientou a população a confiar nas informações divulgadas pela Rospotrebnadzor. Ele também afirmou que nenhuma conversa entre os presidentes dos EUA e da Rússia estava agendada.
Esclarecimentos da Rospotrebnadzor
A agência desmentiu um documento que circulava na internet, alegando que não provém de fontes oficiais e que as informações sobre endurecimento de medidas sanitárias e restrições na região são falsas. Entre os pontos falsos citados: autenticidade de documentos, supostas mudanças nas medidas sanitárias, novas restrições em Irkutsk e informações que contradizem o balanço oficial.
Reação internacional
A embaixada americana recomendou que cidadãos dos EUA deixem a Rússia imediatamente. O secretário de Estado, Marco Rubio, pediu mais transparência da Rússia. A União Europeia também exigiu dados confiáveis para avaliar a situação, com a porta‑voz da Comissão Europeia, Eva Hrncirova, destacando a necessidade de resultados epidemiológicos e microbiológicos confiáveis.
Sobre a peste pneumônica
A peste pneumônica é uma infecção pulmonar altamente contagiosa que pode ser fatal. Diferente da peste bubônica, que afeta os gânglios linfáticos, a forma pneumônica é transmitida por gotículas. Até o momento, a Rospotrebnadzor confirma que não há casos identificados entre os contatos da funcionária.
A situação permanece sob monitoramento das autoridades russas e de governos estrangeiros.
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