Path Tracing de The Witcher 3: Remastered é bem-vindo, mas não enche os olhos

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Path Tracing de The Witcher 3: Remastered é bem-vindo, mas não enche os olhos

📸 Créditos da imagem:  Foto: Felipe Vidal/Voxl/Estadao

Introdução

O remaster de The Witcher 3: Wild Hunt traz Path Tracing, mas a experiência visual não surpreende quem já conhece o título. A inclusão de efeitos e ajustes na árvore de habilidades é bem-vinda, embora o impacto gráfico seja discreto.

Comparação Visual

Ao comparar cenas da versão Remastered com a Next‑Gen, observam‑se diferenças sutis: a saturação tende a ser menor no remaster, as sombras ficam mais suaves e a iluminação solar parece mais direta. O Path Tracing simula a luz do sol de forma realista, mas não altera drasticamente a atmosfera.

Desempenho

  • Sem Ray Tracing: 79 FPS em 4K com RTX 5080.
  • Ultra+ com Path Tracing: queda significativa de FPS, exigindo hardware robusto.
  • Presets: Ultra, Alto e Médio apresentam diferenças de iluminação e detalhamento, sendo o Médio o sweet‑spot para a maioria dos jogadores.

Outras Melhorias

  • Detalhamento de texturas e vegetação aprimorado.
  • Suporte ao PSSR no PS5 Pro.
  • Animações mais fluidas para Geralt e Carpeado.
  • Menus otimizados e transmog disponível.

Conclusão

O remaster oferece ajustes visuais e de performance que agradam a quem busca um toque de modernidade, mas o Path Tracing não transforma radicalmente a experiência. Para jogadores com hardware potente, a tecnologia pode ser ativada; caso contrário, o jogo permanece jogável e divertido.

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