Meta negocia acordo extrajudicial com estados dos EUA em caso sobre segurança de menores

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Meta negocia acordo extrajudicial com estados dos EUA em caso sobre segurança de menores

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O gigante das redes sociais Meta mantém conversas com vários estados dos Estados Unidos para resolver extrajudicialmente uma ação sobre a segurança de menores e a proteção dos consumidores, segundo um relatório da agência financeira Bloomberg. A Meta, com mais de 3 bilhões de usuários em todo o mundo, enfrenta acusações de uma coalizão de 29 estados de que teria projetado seus produtos para incentivar a dependência de adolescentes e coletar seus dados, ao mesmo tempo em que oculta a verdade do público. Os estados afirmam que a Meta violou leis federais e estaduais, embora as acusações exatas variem de um estado para outro.

Se a Meta perder o caso, os estados poderão pedir sanções de cerca de 200 bilhões de dólares (1,02 trilhão de reais), além de exigir que a empresa modifique seus produtos. “A Meta Platforms Inc. e os procuradores-gerais estaduais discutiram um possível acordo” extrajudicial, informou a Bloomberg na terça-feira, citando fontes anônimas com conhecimento do caso.

Califórnia, Colorado, Nova Jersey e Kentucky lideram a acusação contra a Meta em um tribunal de Oakland, cidade vizinha de San Francisco. estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes Vários procuradores-gerais anunciaram na noite de terça-feira (25) que concederiam coletivas de imprensa nesta quarta-feira sobre a proteção dos consumidores e questões de tecnologia. Nevada, que não participa do processo na Califórnia, disse que nesta quarta-feira anunciará um “acordo” com “uma importante empresa de tecnologia”.

Representantes da Meta e do procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, inicialmente não responderam aos pedidos de comentário sobre o caso. Adam Mosseri, diretor do Instagram, admitiu na terça-feira, durante o julgamento, que promoveu as recém-lançadas ferramentas de segurança para adolescentes sem revelar que praticamente não eram utilizadas. Outras testemunhas indicaram que a Meta sabia que essas ferramentas não eram eficazes e que inclusive eram “desenvolvidas para fracassar”.

Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, deverá depor em algum momento durante o julgamento. relatório da agência financeira Bloomberg. A Meta, com mais de 3 bilhões de usuários em todo o mundo, enfrenta acusações de uma coalizão de 29 estados de que teria projetado seus produtos para incentivar a dependência de adolescentes e coletar seus dados, ao mesmo tempo em que oculta a verdade do público.

Os estados afirmam que a Meta violou leis federais e estaduais, embora as acusações exatas variem de um estado para outro. Se a Meta perder o caso, os estados poderão pedir sanções de cerca de 200 bilhões de dólares (1,02 trilhão de reais), além de exigir que a empresa modifique seus produtos. “A Meta Platforms Inc.

e os procuradores-gerais estaduais discutiram um possível acordo” extrajudicial, informou a Bloomberg na terça-feira, citando fontes anônimas com conhecimento do caso. Califórnia, Colorado, Nova Jersey e Kentucky lideram a acusação contra a Meta em um tribunal de Oakland, cidade vizinha de San Francisco. estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes Vários procuradores-gerais anunciaram na noite de terça-feira (25) que concederiam coletivas de imprensa nesta quarta-feira sobre a proteção dos consumidores e questões de tecnologia.

Nevada, que não participa do processo na Califórnia, disse que nesta quarta-feira anunciará um “acordo” com “uma importante empresa de tecnologia”. Representantes da Meta e do procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, inicialmente não responderam aos pedidos de comentário sobre o caso. Adam Mosseri, diretor do Instagram, admitiu na terça-feira, durante o julgamento, que promoveu as recém-lançadas ferramentas de segurança para adolescentes sem revelar que praticamente não eram utilizadas.

Outras testemunhas indicaram que a Meta sabia que essas ferramentas não eram eficazes e que inclusive eram “desenvolvidas para fracassar”. Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, deverá depor em algum momento durante o julgamento.

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