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Redes sociaisQuem são os fundadores do Discord e porque app faz sucesso entre jovensO Discord ganhou destaque no noticiário brasileiro após uma adolescente ter morrido durante uma transmissão ao vivo e pela determinação do governo de proibir transmissões ao vivo. A plataforma de comunicação foi criada por dois desenvolvedores dos EUA que trabalhavam no desenvolvimento de jogos online. Quem são os fundadores do DiscordA plataforma foi fundada por Jason Citron e Stan Vishnevisky em maio de 2015. A ideia deles era criar um sistema que permitisse que as pessoas conversassem com os amigos enquanto jogavam juntos. Antes de ser uma ferramenta de comunicação, a empresa desenvolvia jogos.
Em 2012, Citron fundou um estúdio de jogos chamado Phoenix Guild e lançou o jogo para celular Fates Forever. Vishnevisky só entrou na empresa em 2013 para ajudar no desenvolvimento de um novo título. Em 2014, a empresa mudou de nome para Hammer & Chisel. A essa altura, o jogo original do estúdio, Fates Forever, já contava com bate-papo por voz e texto, o que seria a base do Discord, que seria lançado no ano seguinte. Jason CitronJason Citron tem 41 anos e nasceu e foi criado em San Francisco, na Califórnia (EUA).
Antes do Discord, ele fundou o OpenFeint em 2008, um jogo social para celular lançado em 2009 – em meados de 2011, o estúdio foi vendido para o grupo japonês Gree por cerca de US$ 100 milhões. Citron deixou o cargo de CEO do Discord em 2025. Mesmo assim, ele ainda faz parte do conselho administrativo da plataforma. O atual CEO da plataforma é Humam Sakhnini, que trabalhou anteriormente na Activision, Blizzard e King. Stan VishneviskyStan Vishnevisky nasceu na Ucrânia e sua família se mudou para os EUA quando tinha cinco anos.
Ele foi criado em San Mateo, na Califórnia, e se formou em Ciência da Computação na Universidade do Estado da Califórnia em Northridge. Antes de fundar o Discord, trabalhou em diversas companhias de jogos sociais. Ele trabalhou na Gree International (que chegou a comprar a empresa de Jason Citron em 2011) e a Kabam, que desenvolveu o jogo Kingdoms of Camelot. Ele continua nas atividades diárias da plataforma como CTO (diretor de tecnologia). Por que o Discord faz sucesso? O Discord é uma plataforma de comunicação que permite conversas por texto, voz e vídeo, além de oferecer transmissões em tempo real. Os usuários podem criar e participar de grupos chamados servidores, que reúnem canais públicos ou privados. O aplicativo nasceu como ferramenta para jogadores online, mas se transformou em uma rede social de comunidades de todos os tipos.
A pandemia de covid-19 acelerou o crescimento e consolidou o uso por públicos juvenis, sobretudo pelo fato de a solução ser compatível com diversos jogos e plataformas. Atualmente, o Discord diz ter mais de 90 milhões de usuários ativos por dia, segundo dados do 4º trimestre de 2025. A popularidade entre crianças e adolescentes fez ampliar o debate sobre supervisão e verificação de idade. Por que Discord está na mira das autoridades? Morte de adolescente de 13 anos em Naviraí (MS) colocou o Discord no centro de uma crise recente. O caso ocorreu em 22 de julho e foi transmitido ao vivo; a transmissão durou 45 minutos e é investigada pela Polícia Civil. Janja pediu bloqueio imediato do Discord e disse que o governo precisa achar instrumentos legais para tirar a plataforma do ar. Eu acho que a gente precisa retirar imediatamente o Discord do ar.
É um apelo que eu faço”, disse. “A gente precisa bloquear o Discord no Brasil de qualquer forma. [.. ] A gente precisa encontrar os instrumentos legais.
[.. ] Este não é um caso isolado, são muitos e muitos casos e a gente precisa atuar com o Judiciário para tirar essa rede horrorosa do ar”, afirmou, referindo-se à morte da menina. JanjaPrimeira-dama voltou a defender que a plataforma seja banida e disse que a empresa seria “cúmplice” do que acontece no “submundo” do app. “O grupo responsável tem que ser criminalizado, mas a plataforma é cúmplice disso, e a gente precisa, urgente, encontrar os instrumentos jurídicos para essa plataforma ser banida do Brasil”, disse em evento do MTST em Taboão da Serra (SP). Luana Piovani também cobrou providências e questionou por que o serviço segue funcionando no país.
“São centenas de relatos e vídeos desses grupos. Então por que não acabar com o provedor desses grupos”, disse em vídeo. A Operação Lívia, ação policial coordenada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, com apoio do Ministério da Justiça, mirou uma organização suspeita de aliciar crianças e adolescentes pela internet para violência psicológica, desafios extremos e automutilação. A ação foi motivada pela investigação da morte da adolescente de 13 anos em Naviraí e cumpriu sete mandados em cinco estados. Polícia afirma que grupo recrutava jovens em situação de vulnerabilidade emocional e os colocava em grupos fechados.
Segundo a investigação, depois de conquistar a confiança, os suspeitos submetiam as vítimas a coação, isolamento, humilhações e desafios de violência crescente, incluindo automutilação. Equipamentos apreendidos na operação serão periciados para tentar identificar novas vítimas e outros integrantes. A polícia diz que a análise de evidências digitais já levou à identificação de uma segunda vítima em outro estado, com identidade preservada. Janja citou o como base para cobrar responsabilização das plataformas. Ela disse que a norma, em vigor desde março de 2026, exige controle rigoroso de idade e remoção rápida de conteúdos ofensivos ou violentos. Procure ajudaSe você estiver tendo pensamentos suicidas, procure ajuda especializada. O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional e prevenção ao suicídio gratuitamente, 24 horas por dia, pelo telefone 188.
Também há atendimento por chat, e-mail e presencialmente. Outra opção é procurar um Caps (Centro de Atenção Psicossocial) na sua cidade. Há ainda o Pode Falar, canal criado pelo Unicef para jovens de 13 a 24 anos, com atendimento anônimo e gratuito. O autor da mensagem, e não o, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do.
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