📸 Créditos da imagem: Fluxo de ataque habilitado para IA (Reprodução/Genians)
O grupo de espionagem cibernética Kimsuky, ligado ao governo da Coreia do Norte, começou a operar sistemas de inteligência artificial (IA) de forma offline em seus servidores.
Uso de IA para ataques
Ao invés de recorrer a plataformas públicas de IA, os invasores instalaram programas que funcionam sem conexão com a internet, como Ollama, GPT4All e Msty.
A estrutura permitiu à equipe conectar documentos privados a modelos de linguagem para fazer buscas automatizadas.
Mudança na defesa cibernética
As estratégias de defesa precisam mudar de foco, pois as mensagens de golpe e documentos falsos criados com IA não apresentam mais sinais claros de fraude.
A recomendação é que as ferramentas de proteção passem a vigiar o comportamento dos arquivos dentro do sistema operacional após a abertura.
Pistas que revelaram a autoria
Os pesquisadores encontraram pistas que revelaram a autoria do grupo, incluindo o uso do nome ‘Arirang’ e palavras em coreano.
Além disso, os analistas localizaram buscas sobre como desativar defesas do Windows Defender e pedidos de análise de dados sobre carteiras digitais e credenciais do Gmail.
O Kimsuky atua sob o Gabinete Geral de Reconhecimento da Coreia do Norte, o principal serviço de inteligência estrangeira do país.
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