📸 Créditos da imagem: divulgação/Samsung
Samsung amplia produção de DRAM
A Samsung criou uma força-tarefa para reorganizar sua produção de memórias DRAM no campus de Hwaseong, conhecido como H1, e elevar a capacidade de fabricação em cerca de 15% até o fim do ano.
O complexo na Coreia do Sul estava desativado desde que a empresa descontinuou antigas linhas de memória LPDDR4. O espaço servirá para a instalação de uma nova etapa final de produção dos wafers de memória.
Preços em alta
A tentativa de ampliação ocorre em um momento de forte pressão no mercado global de memórias, dominado pelo trio Samsung, SK Hynix e Micron. Com a demanda por infraestrutura de inteligência artificial sendo priorizada pelas fabricantes de chips, o mercado de eletrônicos básicos passou a negociar memórias DRAM convencionais a preços mais altos.
Os preços dos componentes subiram de 80% a 90% no início de 2026, em comparação com o final do ano passado. Para o consumidor final, isso significou uma alta em aparelhos como smartphones, notebooks e videogames.
China conquista espaço
A pressão sobre a oferta levou empresas como a Apple a avaliarem a compra de memórias de fabricantes chinesas, como a CXMT. A CXMT, que se dedica à fabricação de memórias DRAM, realizou sua oferta pública inicial de ações (IPO) na bolsa de Xangai na semana passada, e rapidamente alcançou uma valorização de cerca de 470% nos papéis.
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