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O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, fez duras críticas ao modelo de desenvolvimento de inteligência artificial adotado por concorrentes.
Em entrevista, o executivo afirmou que concentrar o desenvolvimento de modelos avançados em poucas empresas pode limitar o acesso da sociedade à tecnologia e prejudicar a inovação.
Concentração da IA
Zuckerberg deixou claro que se referia às empresas que defendem um desenvolvimento mais controlado da IA, sem citá-las diretamente.
Ele afirmou que essa abordagem contraria a tradição do setor de tecnologia nos Estados Unidos.
Debate sobre IA
Executivos, como Dario Amodei e Sam Altman, argumentam que alguns modelos de IA são perigosos demais para serem desenvolvidos ou compartilhados sem controle.
Por outro lado, empresas como Microsoft, Nvidia, Google e a própria Meta defendem que boa parte desses modelos deve permanecer acessível para estimular pesquisas e avanços tecnológicos.
- Microsoft
- Nvidia
- Meta
A discussão ganhou força após modelos chineses de inteligência artificial reduzirem a vantagem tecnológica que empresas estadunidenses mantinham no setor.
Posição da Meta
Zuckerberg defende a ideia de uma “superinteligência personalizada”, em que assistentes de IA possam ser configurados conforme as necessidades de cada usuário.
Ele criticou a ideia de criar uma única superinteligência centralizada e totalmente alinhada aos interesses da humanidade.
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