📸 Créditos da imagem: reprodução / Tecmundo
Por mais de uma década, uma das marcas registradas de Assassin’s Creed foi a combinação da trama entre passado e presente.
Uma mudança significativa
Enquanto o jogador revivia memórias genéticas de assassinos históricos através do Animus, uma trama paralela ambientada nos dias atuais acompanhava conspirações entre Assassinos e Templários, artefatos de civilizações precursoras e personagens como Desmond Miles.
Esse elemento, no entanto, vem sendo abandonado pela Ubisoft, sendo que o caso mais recente e simbólico dessa mudança é o remake de Assassin’s Creed IV: Black Flag.
O que mudou em Black Flag Resynced
No remake lançado recentemente, não demorou para percebermos que a empresa removeu por completo as sequências modernas passadas nos escritórios da Abstergo Entertainment.
- Remoção das sequências modernas;
- Adição de horas extras de conteúdo focadas na jornada pirata de Edward Kenway;
- Inclusão de trechos opcionais chamados de “rifts”.
O diretor criativo Paul Fu justificou a decisão dizendo que manter a estrutura antiga do presente destoaria do caminho que a franquia vem seguindo desde Shadows.
Reação dos jogadores
A reação dos jogadores tem sido dividida. Uma parte ficou feliz com a mudança, preferindo o ritmo mais fluido da aventura pirata sem as interrupções corporativas.
Outra parcela dos fãs ficou triste com a perda de um elemento que tornava Assassin’s Creed único e podia trazer elementos mais malucos para o jogo.
Uma mudança que já vinha sendo anunciada
Já em 2022, quando a Ubisoft revelou a existência do hub Assassin’s Creed Infinity, pensado para centralizar o universo da franquia, a empresa também anunciou que as histórias do presente deixariam de ser colocadas nos games.
Com Black Flag Resynced sendo visto por muitos como uma confirmação de que a era do presente está definitivamente encerrada, resta saber que forma a narrativa moderna assumirá dentro do prometido hub Infinity ou em futuros lançamentos da franquia.
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