📸 Créditos da imagem: Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Processo movido por ex-funcionários alega que ferramentas usadas afetaram pessoas que precisaram se ausentar por motivos médicos ou familiares.
Acusação dos ex-funcionários
- A Meta foi acusada por 26 ex-funcionários de usar um software com inteligência artificial para decidir quem seria demitido durante os layoffs.
- A ferramenta teria apontado de forma desproporcional pessoas com deficiências ou que precisaram de licença médica.
Negação da Meta
A Meta nega o mérito das acusações, afirmando que o gerenciamento de pessoal e as decisões organizacionais são feitas por pessoas, não por IA.
Processo movido contra a Meta
Os ex-funcionários argumentam que a companhia tomou como base a produtividade e o uso de tokens de IA na hora de selecionar quem seria cortado.
- Quem precisou se ausentar por condições médicas ou familiares ficou em desvantagem.
- A Meta usa sistemas com IA para dar pontuações aos empregados.
Consequências da demissão em massa
A demissão em massa de cerca de 8 mil funcionários levou a uma queda na remuneração anual média.
- A remuneração anual média passou de US$ 417 mil para US$ 388 mil.
- A companhia também adotou software de monitoramento de teclado e mouse para treinar uma IA.
A reestruturação ainda não deu resultados técnicos, com o CEO Mark Zuckerberg insatisfeito com o progresso da empresa no campo dos agentes de IA.
A Meta teve US$ 26,8 bilhões de lucro no primeiro trimestre de 2026.
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