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Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia criaram uma tecnologia de edição genética chamada fPE7max, capaz de reativar genes adormecidos em fungos filamentosos e revelar novas substâncias com potencial farmacêutico contra o câncer.
Como funciona a tecnologia?
A equipe criou uma adaptação da técnica de edição genética conhecida como prime editing, com foco em fungos filamentosos e maior precisão nas alterações do DNA.
- O método combina uma proteína protetora derivada de fungos, chamada fLa, com outro mecanismo capaz de reduzir temporariamente a ação do sistema de reparo celular.
- A combinação elevou a precisão do método e ampliou sua eficiência.
Resultados do estudo
O estudo registrou 18 moléculas distintas, sendo oito delas inéditas para a ciência.
- Três moléculas apresentaram atividade contra células cancerígenas humanas, incluindo câncer de mama, fígado e leucemia.
- Outras moléculas pertencem a uma família química conhecida como piranonigrinas.
Implicações do estudo
O estudo indica que o potencial químico dos fungos pode ser muito maior do que se imaginava, e que técnicas de edição genética podem acelerar a descoberta de novos candidatos a medicamentos.
A tecnologia fPE7max pode ser usada para explorar a diversidade química dos fungos e descobrir novas substâncias com potencial farmacêutico.
Isso pode levar a novas terapias para doenças como o câncer, que ainda não têm tratamento eficaz.
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