📸 Créditos da imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog
Estudo mostra que uso de wearables cresceu nos EUA, mas menos de 20% dos usuários compartilham dados com profissionais. Resumo O uso de dispositivos vestíveis para monitoramento de saúde cresceu nos EUA entre 2020 e 2024, de 30,2% para 41%, mas menos de 20% dos usuários compartilham dados com profissionais de saúde. Em 2024, apenas 19,2% dos usuários compartilharam dados de saúde com médicos, apesar de 73,4% expressarem interesse em fazê-lo.
A falta de integração com sistemas de saúde e a falta de padronização dos aplicativos são as principais barreiras para o compartilhamento de dados de saúde coletados por dispositivos vestíveis. Smartwatches, smartbands e outros vestíveis, como anéis, estão cada vez mais presentes na rotina das pessoas, dentro e fora do meio fitness. Com eles, é possível acompanhar uma variedade de indicadores de saúde, dando maior noção sobre a qualidade da prática de atividades físicas e até do sono.
Mas todos esses dados raramente chegam aos médicos. Um novo estudo mostra que o uso desses dispositivos para monitoramento de saúde cresceu nos Estados Unidos entre 2020 e 2024, mas o compartilhamento das informações permaneceu baixo: apenas 19,2% em 2024. A pesquisa, liderada pela cientista brasileira Aline Pedroso, associada à Escola de Medicina de Yale, analisou dados de 17.395 participantes do Health Information National Trends Survey, um estudo populacional patrocinado por institutos de saúde estadunidenses desde 2003.
O que são dispositivos vestíveis? Wearables (ou dispositivos vestíveis) são usados para acompanhar sinais físicos ao longo do dia. O exemplo mais comum é o smartwatch, mas a categoria também inclui pulseiras fitness, anéis inteligentes, fones com sensores e outros acessórios capazes de registrar dados de saúde e bem-estar.
Esses aparelhos medem informações como batimentos cardíacos, oxigenação do sangue e variações de temperatura, e prometem transformar esses registros em um histórico mais amplo do usuário. Uso cresceu, mas dados não chegam aos médicos Segundo o levantamento, a parcela de pessoas que usavam dispositivos vestíveis para monitorar saúde ou atividade física passou de 30,2% em 2020 para 36,7% em 2022. Em 2024, chegou a 41%.
Nesse mesmo período, a quantidade de usuários que compartilhou os dados captados com especialistas passou de 14,2% para 19,2% – um sinal de crescimento, mas ainda longe de ser significativo. O curioso é que grande parte da população analisada teria interesse em enviar as informações, embora essa disposição tenha caído ao longo dos anos. Em 2020, 81,3% dos usuários diziam aceitar enviar as informações a profissionais de saúde, contra 78,7% em 2022 e 73,4% em 2024.
A principal barreira, segundo o estudo, é a falta de integração com sistemas de saúde. Consultórios e hospitais nem sempre têm estrutura para receber, organizar e interpretar o volume de dados gerado pelos dispositivos, além da falta de padronização dos apps. Vale mencionar que a geração de dados para auxiliar diretamente no acompanhamento e prevenção de condições e doenças é um dos principais focos do mercado, como as notificações de hipertensão do Apple Watch.
Uso diário também caiu A pesquisa mostra que nem todo mundo usa o relógio ou pulseira todos os dias, e isso ocorre com cada vez mais frequência. A taxa de uso diário foi de 50,5% em 2020, caiu para 41,0% em 2022 e subiu parcialmente para 45,6% em 2024. Ou seja, menos da metade dos usuários mantinha uma rotina diária de uso no último ano analisado.
Para os pesquisadores, essa irregularidade dificulta a criação de um histórico que realmente aponte dados consistentes. Para as fabricantes, no entanto, os dispositivos vestíveis devem estar entre os principais focos para os próximos anos, e devemos ver mais funcionalidades integradas a IA e com processamento local. Resumo O uso de dispositivos vestíveis para monitoramento de saúde cresceu nos EUA entre 2020 e 2024, de 30,2% para 41%, mas menos de 20% dos usuários compartilham dados com profissionais de saúde.
Em 2024, apenas 19,2% dos usuários compartilharam dados de saúde com médicos, apesar de 73,4% expressarem interesse em fazê-lo. A falta de integração com sistemas de saúde e a falta de padronização dos aplicativos são as principais barreiras para o compartilhamento de dados de saúde coletados por dispositivos vestíveis. Smartwatches, smartbands e outros vestíveis, como anéis, estão cada vez mais presentes na rotina das pessoas, dentro e fora do meio fitness.
Com eles, é possível acompanhar uma variedade de indicadores de saúde, dando maior noção sobre a qualidade da prática de atividades físicas e até do sono. Mas todos esses dados raramente chegam aos médicos. Um novo estudo mostra que o uso desses dispositivos para monitoramento de saúde cresceu nos Estados Unidos entre 2020 e 2024, mas o compartilhamento das informações permaneceu baixo: apenas 19,2% em 2024.
A pesquisa, liderada pela cientista brasileira Aline Pedroso, associada à Escola de Medicina de Yale, analisou dados de 17.395 participantes do Health Information National Trends Survey, um estudo populacional patrocinado por institutos de saúde estadunidenses desde 2003. O que são dispositivos vestíveis? Wearables (ou dispositivos vestíveis) são usados para acompanhar sinais físicos ao longo do dia.
O exemplo mais comum é o smartwatch, mas a categoria também inclui pulseiras fitness, anéis inteligentes, fones com sensores e outros acessórios capazes de registrar dados de saúde e bem-estar. Esses aparelhos medem informações como batimentos cardíacos, oxigenação do sangue e variações de temperatura, e prometem transformar esses registros em um histórico mais amplo do usuário. Uso cresceu, mas dados não chegam aos médicos Segundo o levantamento, a parcela de pessoas que usavam dispositivos vestíveis para monitorar saúde ou atividade física passou de 30,2% em 2020 para 36,7% em 2022.
Em 2024, chegou a 41%. Nesse mesmo período, a quantidade de usuários que compartilhou os dados captados com especialistas passou de 14,2% para 19,2% – um sinal de crescimento, mas ainda longe de ser significativo. O curioso é que grande parte da população analisada teria interesse em enviar as informações, embora essa disposição tenha caído ao longo dos anos.
Em 2020, 81,3% dos usuários diziam aceitar enviar as informações a profissionais de saúde, contra 78,7% em 2022 e 73,4% em 2024. A principal barreira, segundo o estudo, é a falta de integração com sistemas de saúde. Consultórios e hospitais nem sempre têm estrutura para receber, organizar e interpretar o volume de dados gerado pelos dispositivos, além da falta de padronização dos apps.
Vale mencionar que a geração de dados para auxiliar diretamente no acompanhamento e prevenção de condições e doenças é um dos principais focos do mercado, como as notificações de hipertensão do Apple Watch. Uso diário também caiu A pesquisa mostra que nem todo mundo usa o relógio ou pulseira todos os dias, e isso ocorre com cada vez mais frequência. A taxa de uso diário foi de 50,5% em 2020, caiu para 41,0% em 2022 e subiu parcialmente para 45,6% em 2024.
Ou seja, menos da metade dos usuários mantinha uma rotina diária de uso no último ano analisado. Para os pesquisadores, essa irregularidade dificulta a criação de um histórico que realmente aponte dados consistentes. Para as fabricantes, no entanto, os dispositivos vestíveis devem estar entre os principais focos para os próximos anos, e devemos ver mais funcionalidades integradas a IA e com processamento local.
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