📸 Créditos da imagem: Miguel J. Rodriguez Carrillo/Getty Images
A família de uma das vítimas do atentado na Universidade Estadual da Flórida (Estados Unidos), ocorrido em abril de 2025, abriu processo contra a OpenAI, alegando que o ChatGPT ajudou o atirador a planejar o ataque.
Etapas do processo:
- A família de Tiru Chabba, um dos mortos no atentado, afirma que o acusado compartilhou imagens de armas de fogo com o bot e recebeu orientações detalhadas sobre como usá-las.
- A tecnologia teria dado outras sugestões para a ação.
- O processo alega que o ChatGPT incentivou os delírios do acusado, reforçando a visão de que ele era uma pessoa sã e racional, convencendo-o de que suas ações eram necessárias para provocar mudanças.
- O suspeito ainda teria consultado a ferramenta sobre as penalidades legais que enfrentaria, após cometer o atentado.
Reação da OpenAI:
A empresa negou as acusações e afirmou que o bot apenas forneceu respostas factuais disponíveis em várias fontes públicas na internet.
A OpenAI também declarou que vem contribuindo com as investigações policiais desde que tomou conhecimento do crime e que tem tomado medidas para detectar intenções maliciosas e responder imediatamente a eventuais riscos de segurança.
Consequências:
A família de Tiru Chabba alega que a OpenAI sabia que isso aconteceria novamente e que a empresa priorizou o lucro em detrimento da segurança.
A viúva de Chabba, Vandana Joshi, argumentou que a empresa precisa ser responsabilizada antes que outra família tenha que passar por isso.
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