📸 Créditos da imagem: Reprodução/Dynamite Entertainment
Quando The Boys chegou ao Amazon Prime Video em 2019, muita gente que já conhecia os quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson ficou curiosa para ver o que a adaptação manteria e o que jogaria fora. A resposta, como a série mostrou ao longo das temporadas, é que as diferenças entre a série de The Boys e os quadrinhos são muitas, profundas e, em vários casos, bastante criativas. A premissa central permanece: um grupo de pessoas comuns tenta expor e combater super-heróis corruptos que trabalham para uma megacorporação chamada Vought International. Mas a partir daí, os caminhos se separam de formas surpreendentes. A série não é uma cópia fiel das HQs, e isso não é necessariamente um problema. Eric Kripke e sua equipe fizeram escolhas deliberadas para tornar a história mais palatável para o público televisivo, sem abrir mão da crítica ácida ao capitalismo, à cultura dos super-heróis e à mídia. Ainda assim, quem leu os quadrinhos vai notar uma série de mudanças significativas, algumas sutis, outras radicais. The Boys e sua origem nos quadrinhosThe Boys foi criado por Garth Ennis e Darick Robertson e publicado originalmente pela Wildstorm, selo da DC Comics, em 2006.
A DC, no entanto, ficou desconfortável com o conteúdo explícito e cancelou a série logo no início. A história migrou para a Dynamite Entertainment, onde foi concluída em 2012, totalizando 72 edições. No Brasil, os quadrinhos foram publicados pela editora Devir. A HQ é conhecida por seu humor extremo, violência gráfica e sátira impiedosa aos super-heróis e aos Estados Unidos. A série da Amazon captura bem esse espírito, mas suaviza (ou redireciona) vários elementos para funcionar no formato televisivo e alcançar um público mais amplo.20 diferenças entre a série de The Boys e os quadrinhosPara quem está chegando agora à franquia ou quer entender melhor o que foi adaptado, reinventado ou simplesmente descartado, reunimos as 20 principais diferenças entre a série de The Boys e os quadrinhos. Prepare-se para spoilers e para descobrir que a versão em papel é, em muitos aspectos, ainda mais perturbadora do que a tela.1.
O tom geral é ainda mais sombrio nas HQsPor mais brutal que a série seja, os quadrinhos vão além. A violência e o conteúdo sexual são muito mais explícitos nas páginas, com cenas que a produção da Amazon optou por não replicar.
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