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Após rumores de que a nova CEO do Xbox, Asha Sharma, estaria conduzindo discussões internas “muito importantes” sobre exclusividade de jogos, a empresa confirmou oficialmente que está reavaliando sua abordagem sobre o lançamento de suas propriedades na concorrência. A declaração veio na última quinta (23), em uma carta enviada aos funcionários e publicada no site da companhia — assinada por Sharma e pelo diretor de conteúdo, Matt Booty. No documento, a liderança do Xbox delineou os objetivos futuros da marca e confirmou que a divisão “Microsoft Gaming” será renomeada para simplesmente “Xbox”. A mudança de nome acompanha uma reorientação estratégica mais ampla da empresa. Novos exclusivos de Xbox na concorrência? VeremosNa carta, Sharma e Booty afirmam que o “novo norte” do Xbox será o número de jogadores ativos diários, e que a empresa executará seu plano por meio de quatro prioridades: hardware, conteúdo, experiência e serviços. A equipe de liderança foi explícita sobre o tema da exclusividade: “ao longo do processo, reavaliaremos nossa abordagem em relação à exclusividade, janelas de acesso e IA, e compartilharemos mais informações à medida que aprendermos e tomarmos decisões”. Embora a carta não apresente compromissos concretos, ela sinaliza que Sharma está atenta às críticas dos jogadores, que apontam perda de valor do console após a Microsoft passar a lançar seus exclusivos também no PlayStation 5 e no Nintendo Switch 2. A empresa chegou a lançar seis títulos para PS5 em 2025, com mais previstos para este ano — mas com uma estratégia inconsistente, com alguns jogos chegando ao console da Sony mais tarde e outros sendo lançados simultaneamente. Há indícios de que a estratégia multiplataforma gerou resultados positivos para o Xbox — estima-se que apenas Forza Horizon 5 tenha vendido mais de 5 milhões de cópias no PS5. No entanto, a possibilidade de retomar a exclusividade temporária, como ocorreu com o futuro Forza Horizon 6, permanece em discussão. Sobre o uso de IA, Sharma (ex-executiva com experiência na área) havia afirmado logo após sua nomeação que não imporia o uso de IA generativa aos desenvolvedores e que não “inundaria o ecossistema com soluções de baixa qualidade”.
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