📸 Créditos da imagem: reprodução / Tecmundo
Na minha última coluna, cutuquei o SXSW e deixei uma pergunta em aberto: onde vai parar a nossa saúde mental com tantas grandes novidades tecnológicas? E aí que hoje venho tacar fogo nesse parquinho novamente, tirando da tecnologia a culpa desse colapso de saúde mental. De fato, a tecnologia está em todas as explicações: na sobrecarga, na ansiedade, no burnout, na dificuldade de desconectar, na dificuldade de aprendizagem… E talvez seja justamente por isso que valha a pena a gente parar para questionar, porque quando uma explicação dá conta de tudo, ela também pode estar escondendo alguma coisa. Desconfiem sempre! A verdade é que tem sido mais confortável para todos nós culpar a IA, os algoritmos, o Slack, o WhatsApp, os e-mails, mas fica mais difícil enfiar o dedo na ferida: o que tem nos adoecido é a forma como o trabalho vem sendo organizado – com a ajuda da tecnologia, claro – por nós mesmos. Dados recentes ajudam a entender esse momento. Vamos de remember?
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