Incerteza, ansiedade: o que as palavras do ano andam dizendo sobre nós

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Incerteza, ansiedade: o que as palavras do ano andam dizendo sobre nós

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Incerteza e Ansiedade: O Que as Palavras do Ano Estão Dizendo Sobre Nós

Incerteza foi escolhida como a palavra de 2025 por 24% dos brasileiros, refletindo um sentimento coletivo de instabilidade e dúvidas sobre o futuro.

Entre as finalistas pré-definidas por especialistas estão ‘inteligência artificial’ (16%), ‘tensão’ (15%), ‘justiça’ (14%), ‘adaptação’ (6%) e ‘burnout’ (3%).

Ao compararmos com as palavras do ano da Oxford, notamos um padrão: alternamos entre o diagnóstico do agora e a interpretação do porvir.

Em 2024, enquanto o Brasil mergulhava na ‘ansiedade’, o mundo adotava o ‘cérebro podre’ (brain rot), a sensação de deterioração mental associada ao consumo excessivo de conteúdos triviais online.

Em 2023, ‘mudança climática’ dominou entre os brasileiros, enquanto ‘rizz’, ‘frisson’ e ‘hype’ venceram lá fora.

Em 2022, ‘esperança’ foi a campeã, enquanto ‘goblin mode’ (zoado, zoeira, trolagem) venceu no exterior.

Em 2021, nos sincronizamos com as ansiedades globais: deu ‘vacina’ aqui e ‘vax’ lá.

Em 2020, sob a experiência do isolamento e da perda, aconteceu uma exceção notável: a palavra ‘luto’, referida ao passado, tornou-se consenso lá e aqui.

Em 2019, quando lá deu ‘emergência climática’ (climate emergency) e aqui, ‘dificuldade’, vimos novamente a crise compartilhada e o estreitamento do futuro.

Em 2018, por aqui deu ‘mudança’, enquanto lá deu ‘tóxica’ (toxic), termo aplicado a ambientes, relações e discursos, especialmente no contexto de gênero, trabalho e política.

Em 2017, venceu por aqui a ‘corrupção’ e lá, ‘terremoto jovem’ (youthquake) — o clamor de incerteza diante da ideia de que ‘jovens estão chegando’, trazendo mudança social, novas políticas e geografias que determinam eleições e movimentos sociais.

Em 2016, deu ‘pós-verdade’ (post-truth), condição em que fatos objetivos perdem força diante de emoções e crenças pessoais, associada ao populismo e às fake news.

Em 2015, venceu o emoji chorando de rir (Face with Tears of Joy). Foi a primeira vez que um emoji foi escolhido; símbolo da centralidade da comunicação digital e afetiva.

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