📸 Créditos da imagem: reprodução / Tecmundo
A organização Fairlinked e. V publicou um extenso conteúdo chamado “BrowserGate” que acusa o LinkedIn de espionar seus usuários. A investigação do coletivo alega que a rede social para profissionais conseguiria acessar as extensões de navegador do usuário para comprometer concorrentes de maneira desleal. Ao TecMundo, o LinkedIn negou as acusações – leia o posicionamento completo adiante. Para realizar a espionagem, o LinkedIn usaria técnicas de “browser fingerprinting”, ou seja, um tipo de análise que o site realiza no navegador dos usuários. Trata-se de um código oculto para mapear quais extensões de navegador aquela pessoa utiliza, seja no Google Chrome, Brave ou Edge. O código tenta carregar alguns recursos específicos dessas extensões, como ícones ou scripts, até entender se aquela pessoa usa ou não algum conteúdo procurado.
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