Estudos em camundongos revelam que roer é prazeroso: a chave pode explicar por que alguns humanos rangem os dentes sem saberem

📡 Fonte: Olhar Digital 🏷️ Ciência 🤖 Auto
Estudos em camundongos revelam que roer é prazeroso: a chave pode explicar por que alguns humanos rangem os dentes sem saberem

📸 Créditos da imagem: Ato de mastigar libera dopamina e explica comportamentos como o bruxismo - Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Pesquisadores descobriram recentemente que o ato de mastigar e roer está diretamente ligado à liberação de dopamina no cérebro. Este circuito neural do roer funciona como um mecanismo de recompensa, o que ajuda a explicar por que hábitos repetitivos, como o bruxismo, são tão comuns em seres humanos. Entenda como essa descoberta científica em roedores pode transformar nossa compreensão sobre a saúde bucal e o controle do estresse no dia a dia. O que é o circuito neural do roer descoberto recentemente? Segundo um estudo realizado pela University of Michigan, existe uma via cerebral específica que motiva o comportamento de roer em mamíferos. A pesquisa identificou que o núcleo accumbens é ativado durante essa atividade, transformando um instinto de sobrevivência em uma fonte de prazer sensorial imediato para o sistema nervoso. Essa conexão entre o movimento mandibular e o sistema límbico sugere que o corpo utiliza o ato de mastigar para regular o humor e a ansiedade de forma autônoma.

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