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Nesta quarta-feira (25), uma decisão histórica considerou a Meta e o YouTube culpados por viciar uma jovem usuária, resultando em uma indenização de US$ 3 milhões. O veredito aponta que recursos como a rolagem infinita e as recomendações algorítmicas são desenhados de forma intencionalmente viciante, comparável ao impacto de cigarros e cassinos. Diante desse cenário, surgem questões sobre o funcionamento da dependência digital: esse vício atua no cérebro de forma semelhante a substâncias químicas? Até que ponto a responsabilidade recai sobre o design dos algoritmos e não apenas sobre o conteúdo propagado?
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