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O que mudou
O GPT‑Rosalind‑6, lançado em 30 de outubro, amplia a capacidade de pesquisa biológica, permitindo respostas a perguntas de uso duplo, mas mantém barreiras contra pedidos de armas biológicas.
Desempenho e avaliação
Em testes de conhecimento, o modelo recusou 9,4% das perguntas, menor que o GPT‑6 Astra (29,2%) e maior que a versão anterior do Rosalind (1,8%).
Na química medicinal, a pontuação subiu de 28,9% para 49,6%, enquanto em análise genômica o sucesso passou de 16,7% para 37,7%.
Acesso e controle
O acesso é restrito a organizações aprovadas, via Work e Codex, com autorização separada para a API; o modelo não aparece na aba Chat.
Antes de conceder acesso, a OpenAI avalia a finalidade científica, governança e controles de segurança, exigindo que os usuários limitem o acesso a profissionais qualificados e revisem as respostas antes de usá‑las em experimentos ou publicações.
Assim, a supervisão humana faz parte das condições de uso, garantindo que a tecnologia seja empregada de forma responsável.
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